10 programas para criar vídeo-tutorais

É vasto o número de ferramentas disponíveis para manipular imagens em movimento, em especial os vídeos. Tendo como referência principal os vídeos do Youtube, omnipresente quando se fala nestas coisas, há ferramentas que, além de nos permitirem facilmente capturar esses vídeos, dão a possibilidade de os manipular, cortando partes que nos interessam, excluindo outras.
Outra área interessante é a produção de vídeo-tutoriais onde podemos incluir vários tipos de imagens, paradas ou em movimento. Sugerimos um conjunto de 10 ferramentas que cumprem bem essa função de uma forma simples. Dependendo do objetivo que pretedemos alcançar, uma ou outra permite-nos capturar vídeos, captar a atividade do ecrã, inserir legendas, textos ou imagens.
Algums delas só funcionam online outras será preciso descarregar o programa para o nosso computador. Quase todas elas permitem a gravação do resultado final em diferentes formatos, dependendo da utilização que lhes queremos dar.

1 — Splicd

Splicd
No Splicd, é possível cortar vídeos do Youtube e partilhar os fragmentos selecionados.

2 — Screencast-o-Matic

Screencast o matic
Com programa Screencast-o-Matic, gravamos um vídeo com tudo o que acontece no nosso ecrã, de forma a poder ser utilizado posteriormente em tutoriais, por exemplo. O vídeo realizado pode ser guardado na própria web ou em formato Quicktime.

3 — Overstream

Overstream
Overstream é uma ferramenta para colocar subtítulos nos vídeos online.

4 — Extract YouTube

Extractyoutube

O Extract YouTube é uma ferramenta que permite extrair e descarregar vídeos do Youtube em formato flv.

5 — Shiki

Shiki
Shiki é uma ferramenta gratuita que permite a descarga de vídeos da internet e a sua conversão em diferentes formatos (MP3, MP4, AVI, WMV…).

6 — ConvertmyTube

Convertmytube
ConvertmyTube é um conversor gratuito, online, de vídeos do Youtube para outros formatos, a fim de os guardar em diferentes dispositivos, PC, tablet, iPod, Play Station, etc.

7 — Vixy

Vixy
Vixy é um programa, de descarga gratuita, que desempenha s mesmas funções da ferramenta anterior, que permite manipular e guardar vídeos em diferentes formatos.

8 — Zentation

Zentation
Zentation é uma ferramenta online que permite combinar e sincronizar vídeos com apresentações.

9 — Wink

Wink
Wink é um programa gratuito, especialmente pensado para a criação de vídeo-tutoriais. Permite capturar a atividade do ecrã do computador ou utilizar imagens em diversos formatos, juntar títulos, textos explicativos, botões, símbolos, etc. Permite vários formatos de saída.

10 — Jing

Jing
Jing é um programa, gratuito, de captura de atividade do ecrã, apropriado para o desenvolvimento de tutoriais. Cria imagens e vídeos do que visualizamos no ecrã, permitindo a sua partilha em vários formatos e edição com outros programas mais sofisticados, e pagos, como o seu irmão Camtasia.

Slidestaxx – Apresentações dinâmicas

Slidestaxx é mais uma ferramenta web 2.0 da família das apresentações, alternativa ao PowerPoint. Com funcionamento online, com ela é possível incluir imagens, vídeos, ligações web, assim como colocar legendas em todos os elementos. Trata-se de uma ferramenta rápida, fácil de utilizar com grandes potencialidades para o trabalho educativo, tanto do professor como do aluno.
O Slidestaxx permite criar apresentações muito completas para a turma ou para conferências, comunicações, etc., assim como partilhá-las na rede, nomeadamente nas redes sociais, mas também em qualquer blogue.


Esta ferramenta é recomendada para apresentações sobre conteúdos curriculares que incluam imagens ou vídeos e partilhá-los na rede; trabalhos de recolha de imagens, vídeos ou ligações de um tema com legendas explicativas; apoio a exposições de trabalhos dos alunos na turma e ainda em apresentações de fotos de atividades da turma, extracurriculares, acontecimentos educativos, etc.
Além do mais, é gratuito, como convém.

 Tutorial para aprender a trabalhar com o Slidestaxx
SlideStaxx Passo a Passo

10 programas de Desenho com software livre

Por força do mercado, da publicidade e, não raras vezes, de opções estratégicas mal definidas, somos levados a pensar que as boas ferramentas são aquelas que têm por trás a força dos nomes mais comerciais. Estão neste caso as ferramentas de desenho, na grande maioria das vezes identificadas com as grandes marcas que dominam o mercado editorial. Nada mais errado. Há alternativas ao desenho digital livre de muito boa qualidade, algumas das quais usadas de modo profissional no mundo industrial.
Sugerimos 10 ferramentas de desenho digital livre que os professores, independentemente da sua área, poderão utilizar como ferramenta de trabalho nos seus projectos, seja a nível individual seja com os alunos.
Neste artigo vamos limitar o âmbito a ferramentas 2D. Num próximo vamos também sugerir 10 ferramentas para desenho em 3D, também de código aberto.
Para qualquer uma das sugestões, é fácil encontrar nos motores de busca vários tutoriais que ensinam a utilizar os diferentes programas. Do mesmo modo, no Youtube é possível encontrar os mais diversos vídeos que indicam, passo a passo, tudo o que é preciso saber para trabalhar imagens e desenho digital.

1 – GIMP

Gimp é a alternativa mais consistente de software livre para edição de fotos, alternativa ao afamado Photoshop, da Adobe. O Gimp tem também uma versão portátil que pode ser utilizada a partir de uma pendrive, sem necessidade de instalação num computador.
Uma pesquisa rápida nos motores de busca permite encontrar muitos tutoriais em língua portuguesa. Do mesmo modo, no Youtube estão disponíveis muitos vídeos que ensinam a tratar imagens de uma forma fácil.

Tutorial em Português: Webtutoriais.

2 – Inkscape

O Inkscape é uma alternativa potente aos editores tradicionais como o Adobe Illustrator, Freehand ou CorelDraw. Permite criação de desenhos vectoriais, com muitos efeitos onde o limite, naturalmente, será a imaginação e a capacidade de cada um de usar as ferramentas disponíveis.

Tutorial em Português: Inkscape

3 – Scribus

O Scribus é um programa de maquetização e publicações, alternativa livre a programas sofisticados como o Adobe inDesign ou o QuarkXPress. É um programa útil para criar livros, revistas, jornais, folhetos ou publicações escolares, assim como dar forma final a teses de mestrado onde é necessário incluir muitos materiais gráficos, como imagens, quadros, tabelas, etc.

Tutorial em Português: Scribus

4 – SynfigStudio

SynfigStudio é a alternativa para programas de animação 2D ao Flash, da Adobe. Muitos ilustradores profissionais utilizam já esta ferramenta.

Tutorial em Português: SynfigStudio

5 – Cinepaint

CinePaint é um programa de software livre de retoque e manipulação de imagens ou fotogramas. Desenvolveu-se a partir da versão 1.0.4 do Gimp e foi usado numa grande variedade de filmes como Scooby-Doo, Harry Potter e a Pedra Filosofal, O último Samurai, O planeta dos macacos, Spider-Man, entre outros.
Infelizmente não encontramos tutoriais em português para este programa.

Página de documentação: CinePaint

6 – Kompozer

Kompozer é um editor de páginas web de código livre, alternativa a programas como Adobe CS5 ou Dreamweaver.

Tutorial em Português: Kompozer

7 – Skencil

Skencil é um programa de desenho vectorial interativo de criação de diagramas, ilustrações e desenhos gráficos. Esta ferramenta apresenta os recursos comuns encontrados num editor de desenho vectorial, como as ferramentas para criação de retângulos e elipses, com opção para bordas arredondadas, inserção de texto, criação de curvas de bézier, camadas, além de rotacionamento, redimensionamento e cisalhamento de objetos.

8 – Creative Docs.NET

O Creative Docs .NET é uma ferramenta para design gráfico baseada em vetores com suporte a rich text, ou seja, ideal para a criação de documentos curtos, manuais, posteres, ilustrações, esquemas, planos, gráficos e outros.
A interface foi desenvolvida para alta produtividade, com ferramentas simples, mas poderosas. Todos os estilos e atributos podem ser modificados interativamente com poucos cliques.

9 – Alchemy

Alchemy é um projeto de desenho aberto, voltado para explorar como podemos esboçar, desenhar e criar em computadores de novas maneiras. Alchemy não é um software para criação de arte final, mas sim um ambiente de desenho que se concentra na etapa inicial absoluta do processo de criação. De natureza experimental, o Alchemy permite debater visualmente para explorar uma ampla gama de ideias e possibilidades de maneira acidental.

10 – Koffice-Karbon14

KOffice é uma versão de suite de escritório, distribuída junto com a interface gráfica KDE para Linux.Também já existe uma versão para Windows.

Como instalar o WordPress no 000webhost.com

Já aqui falámos em tempos de um sítio que permite a criação de sites gratuitamente. No entanto, Para quem não está habituado e pouco ou nada percebe da linguagem dos computadores, instalar um plataforma para aí fazer correr um blogue ou um site parece à primeira vista um quebra cabeças insolúvel. Nada mais errado. E falo por mim, que pouco ou nada percebo desses palavrões e siglas (html, php, CMS, etc, tec.) que enxameiam a net e que fazem as delícias de programadores e entusiastas da linguagem dos computadores.
Para um leigo código não é poesia, como é habitual os especialistas dizerem.
Por isso, cá estamos para, em meia dúzia de passos, oito, mais propriamente, sem perceber pévias dessa linguagem, instalar e construir um site ou um blogue a gosto no servidor gratuito 000webhost.com .
Escolhemos a plataforma WordPress porque, em primeiro lugar é, neste momento, a mais popular para a construção de blogues e sites; em segundo porque qualquer pessoa pode nela trabalhar sem complicações, já que é “amigável” dos analfabetos do “código” da internet; em terceiro lugar, porque a sua instalação, para além de fácil, é rápida e descomplicada; Em quarto lugar, porque é suficiente maleável para podermos dar-lhe a forma que quisermos, podendo ser utilizada para blogues, sites institucionais, sites de notícias, portefólios, comunidades virtuais e de partilha, ou ainda como lojas online; Finalmente, e não menos importante, porque há pelo mundo um sem número de especialistas, que fazem a comunidade WordPress crescer todos os dias com novas aplicações, templates, temas e layouts, em larguíssimo número gratuitos, que nos permitem personalizar o nosso site ao pormenor.
Para o ajudar nesta configuração, criamos um domínio a que demos no nome de “Professores à Nora“, que ficou assim registado: http://www.professoresanora.tk
Vamos então ver os passos seguidos:

1 – Registar o domínio

Acedemos ao sítio Dot.tk e criamos uma conta e registamos o domínio. Quando, quando nos for pedido o “name server” escrevemos o seguinte: “ns01.000webhost.com” e depois “ns02.000webhost.com”, como na imagem.
001

2 – Descarregar o pacote de instalação do WordPress

Vamos ao sítio oficial do WordPress e descarregamos o pacote de instalação na versão portuguesa. Poderá descarregar outra qualquer à escolha.

3 – Descompactar o ficheiro Wordress

Concluído o descarregamente, descompactamos esse ficheiro. Abrimos a pasta já descompactada, procuramos o ficheiro “wp-config-simple” e alteramos o nome para “wp-config” (sem as aspas).

4 – Criar conta no 000WebHost.com

Acedemos ao site 000WebHost.com, abrimos uma conta e adicionamos o domínio professoresanora.tk.

Vamos à lista de domínio e clicamos em “Go to CPanel”

002

5 – Criar uma base de dados

Procuramos a opção “MySQL“…
003

… e criamos a base de dados:
004

O resultado é este:
005

Legenda:

  • 1- Localhost
  • 2- Nome da Base de Dados
  • 3- Nome do utilizador
  • 4- Password do utilizador

Na nova página estão os dados de ligação à Base de Dados. Estes dados serão necessários para configurar o “wp-config” que referimos no ponto número 3.

6 – Alterar o ficheiro “wp-config.php”

Voltamos à pasta do WordPress e ao ficheiro “wp-config”. Abrimo-lo com bloco de notas do windows, (não o podemos fazer com o Microsoft Word) e alteramos os dados pelos que foram gerados (veja a legenda dos números no passo anterior!):

006

Um pouco mais abaixo, no “wp-config”, alteramos as chaves únicas de configuração, de acordo com os seguintes passos:

  • A- Vamos a https://api.wordpress.org/secret-key/1.1/salt/, copiamos os códigos gerados e substituimos os novos códigos pelos antigos.

007

Concluídas estas alterações, guardamos o ficheiro “wp-config” e fechamos o bloco de notas.

7 – Transferir os ficheiros para o servidor

Acedemos ao alojamento via FTP (Se não sabe como se faz isso, siga este tutorial elaborado pelo site “ABC da Tecnologia“.  Esperamos, no entanto, a breve prazo, apresentar um tutorial muito mais simples e funcional. É só uma questão de tempo. ) utilizando os dados que a 000WebHost enviou por email quando criamos a conta. Entramos dentro da pasta “public_html” e transferimos todos os ficheiros do wordpress.
Quando descompactamos o ficheiro wordpress, é criada uma pasta com todos os documentos necessários à instalação do “wordpress”. São esses os ficheiros que devemos enviar para o servidor.

8º Terminar a instalação

Aceder ao endereço do nosso site para terminar a instalação.
Digitamos na barra de endereços o nosso domínio: http://professoresanora.tk
Aparece-nos o seguinte ecrã, que preenchemos com os elementos do nosso site, nomeadamente o Nome de Utilizador, a password e o email:
008
Dado o “OK”, está concluída a instalação, e aparece-nos um novo ecrã:
009

Podemos então iniciar a sessão, digitando o Nome de Utilizador e a Password utilizada, e partir à descoberta:

010

Instalar o wordpress no 000webhost.com torna-se assim uma tarefa fácil, acessível a qualquer um.

PS: O domínio “professoresanora.tk”, criado para exemplificar este post, entretanto expirou, pelo que não é possível aceder à página “Professores à nora”. Os princípios de acesso, no entanto, continuam a ser válidos.

 

15 atalhos de teclado para aumentar a produtividade no PC

Do rato para o teclado, do teclado para o rato. É assim a vida de quem passa horas ao computador. Todavia, não tem de ser sempre assim. Ou pelo menos, pode ser menos assim, se tivermos a possibilidade de encostar os dedos ao teclado e só em último caso, utilizar o rato. Conseguir essa proeza, não nos desvia o olhar, aumenta a concentração, melhora a produtividade. Tudo boas razões para que tenhamos à mão alguns truques que nos permitem executar uma série de tarefas diretamente no teclado.

1. Mover o cursor uma palavra de cada vez

Permite atravessar o texto, palavra a palavra, rapidamente.
Utilizando as teclas para cima ou para baixo, selecciona uma linha de cada vez.
01 cntrl arrow 640

2. Selecionar uma palavra de cada vez

Destacar palavras inteiras no texto.
02 cntrl shift arrow 640

3. Apagar palavras inteiras

Arrasar as frases terríveis de forma mais eficiente.
03 cntrl backspace

4. Selecionar todo o texto na linha atual, em relação ao cursor

Em vez de clicar e arrastar o cursor, seleciona para a direita ou esquerda
04 shift home end

5. Minimizar todas as janelas

Manter esta atalho presente, em especial se utiliza o Facebook no trabalho.

05 windows m 640

6. Rodar entre as janelas

Um pouco de no glamour do Windows 7, quando se quer mudar de uma janela de trabalho para outra.
06 windows tab

7. Bloquear o computador

Está a trabalhar numa coisa importante e tem de se ausentar? Bloqueie rapidamente.
07 windows L 640

8. Iniciar o Gerenciador de Tarefas

Entrar no Gerenciador de Tarefas facilmente.
08 cntrl shift esc 640

9. Tirar um cópia do ecrã da janela ativa apenas

Fazer cópia apenas da janela do ecrã em que estamos a trabalhar.
09 alt prt 640

10. Renomear um arquivo

Também funciona muito bem selecionando vários arquivos ou pastas.
10 f2 rename 640

11. Zoom in e out

Este funciona em várias de aplicações, incluindo navegadores, processadores de texto, Photoshop, entre outros.
11 cntrl scroll 640

12. Voltar ao zoom padrão

Quando está pronto para regressar à vista normal, utilize essa combinação de teclado.
12 cntrl 0 640

13. No browser: abrir uma nova guia

Este pode ser comum, mas vale a pena mencionar, já que vai poupar o esforço de clicar lá em cima na confusão de abas do navegador.
13 cntrl t 640

14. No browser: reabrir guia fechada

Este pode ser um salva-vidas, especialmente se acidentalmente fechou uma página da web e não sabe onde é que ela anda.
14 cntrl shift t 640

15. No browser: cursor foco na URL / pesquisa de campo

Se você precisa navegar na Web de forma rápida, esta combinação seleciona o endereço web de uma vez.
15 cntrl l 640

Além destes há muitos outros, muitos dos quais devidamente assinalados nos menus dos programas, como por exemplo no Word. Ecemplos: Copiar (ctrl C), Colar (ctrl V), Cortar (ctrl x), etc.
Nos computadores Macintosh o processo é semelhante, podendo haver funções que são desempenhadas pela tecla ALT.
Aceitam-se contributos.

Pode também seguir estes links com algumas dicas:

http://support.microsoft.com/kb/126449
http://www.watchingthenet.com/your-computer-function-keys-and-their-uses.html
http://users.eotnet.net/~kevink/shortcuts/

 

Fonte: OpenForum

Como usar o Power Point

Por tudo e por nada se recorre ao Power Point. Em grande número de vezes, no entanto, as apresentações são um verdadeiro desastre.

Já aqui tivemos um video mostrando o que não se devia fazer com essa ferramenta indispensável das apresentações. O video, todavia, foi retirado do Youtube. Daí alterarmos este post para uma mensagem afirmativa: Como usar correctamente o Power Point (e outras ferramentas semelhantes).

Tutoriais em português

Não sabe? Pergunte!

A regra é básica e serve para todos. Evita desculpas, responsabiliza qualquer um e não dá margem de manobra para fugas irresponsáveis.

Em português há vários sites que disponibilizam tutoriais de vária ordem. Aqui seguem alguns sites onde cada um pode encontrar as respostas, ou pelo menos algumas, para os seus problemas.

1 — WEBTOTURIAIS

2 — MEUS TUTORIAIS

3— TUTORIAIS CLUBE

4 — TRUQUES E DICAS

5 — APOSTILANDO

Mapas Conceptuais (3)

Passos para a construção de um Mapa de Conceitos

  • Anotar os principais termos ou conceitos acerta do tópico;
  • Identificar os conceitos mais gerais, os intermédios e os específico;
  • Começar a construir o mapa de conceitos:
    • Os conceitos são contornados com um círculo (oval ou outra forma;
    • Localizar o conceito mais geral no topo ou centro;
    • Colocar os conceitos intermédios abaixo do geral e os específicos abaixo dos intermédios ou, no caso de o conceito mais geral estar no centro, os conceitos intermédios mais próximos do geral e os específicos mais afastado;
    • Traçar as linhas de ligação entre os conceito;
    • “Etiquetar” as linhas de ligação com as palavras de ligação para indicar como os conceitos estão relacionados – proposições;
  • Fazer a revisão do mapa.

Um mapa de conceitos é sempre pessoal. Mas alguns aspectos devem ser tidos em conta para conseguir um maior aperfeiçoamento, tais como:

  • Usar palavras simples ou frases simples para informação;
  • Usar fontes (tipo de letra) facilmente legíveis;
  • Usar cores para separar ideias diferentes;
  • Usar símbolos e imagens sugestiva;
  • Usar formas diferentes para diferentes grupos de informaçã;
  • Usar setas para mostrar relações de causa e efeito;

Mapas Conceptuais (2)

Aplicações dos Mapas de Conceitos

Pela sua natureza, os mapas conceptuais, integrando princípios pedagógicos construtivistas constituem uma via interessante para a aprendizagem significativa. Assim, das múltiplas aplicações possíveis podemos referir:

  • Exploração do que os alunos já sabem – Do ponto de vista pedagógico e numa perspectiva construtivista, o conhecimento do “ponto de partida conceptual” facilitará o processo de aprendizagem. Os mapas de conceitos constituem um excelente recurso para explorar e valorizar o que os alunos já sabem.
  • Roteiro de aprendizagem – Mostrando relações entre significados, tal como um mapa de estradas ou roteiro de viagem mostra a relação entre lugares, os mapas de conceitos são igualmente úteis enquanto suporte ao traçado de roteiros de aprendizagem. Recorrendo à mesma metáfora, é possível obter roteiros de aprendizagem a diferentes escalas construindo mapas de conceitos gerais (abrangentes) e mapas de conceitos de pormenor.
  • Preparação de trabalhos escritos ou de exposições orais – Organizar ideias e comunicá-las não é para a maioria dos alunos uma tarefa fácil. A elaboração de mapas conceptuais ajuda a ultrapassar dificuldades na “relação com a folha em branco”.
  • Extracção dos significados de trabalhos de laboratório e de campo e de livros de texto (ou artigos de jornais e revista) – Podem contribuir para que os estudantes não só adquiram conhecimentos significativos a partir das experiências de campo, como os ajudam a ter atitudes positivas e a agirem de forma adequada durante a experiência e depois dela. Podem também ser de grande utilidade na compreensão de livros de texto escolares mas também na compreensão e interpretação de obras literárias ou mesmo de artigos de jornais e revistas.
  • Extracção dos significados – Os mapas conceptuais como ponto de partida preparatório e/ou como síntese posterior.

Fonte: Novak, J.D., & Gowin, D.B. (1984). Learning how to learn. New York, N.Y.: Cambridge University Press. (traduzido em Português pela Plátano,1999)

Mapas Conceptuais (1)

Vamos introduzir uma ferramenta nova, pelo menos para alguns. Ao longo dos próximos posts, vamos explicar o que são, para que servem, onde podemos encontrar e trabalhar com os mapas conceptuais.

Os especialistas, quando falam de mapa de conceitos, que tiveram origem no movimento construtivista da aprendizagem, dizem que eles podem ser, simultaneamente, um recurso de auto-aprendizagem; um método para encontrar e explicitar significado para os materiais de estudo e, por fim, uma estratégia que estimula a organização do estudo.

Se os princípios são válidos para os alunos, são-nos mais para os professores, na medida em que permite aos docentes estruturar todo o seu trabalho de uma forma lógica, sequencial, organizada, não deixando pontas de fora, dando-lhes, ao mesmo tempo, uma visão global sobre toda a sua acção ao longo do ano escolar.

Os mapas conceptuais têm por objectivo representar relações significativas entre os conceitos na forma de proposições; ou seja, um mapa conceptual é um recurso de representação esquemática, através de uma estrutura bidimensional de proposições de significados conceptuais. Podem ser usados para sintetizar informação; consolidar informação a partir de diferentes fontes de pesquisa ou para “simplificar” a abordagem a problemas complexos. Podem, igualmente, ser utilizados para rever e refrescar a memória. A sua construção pode funcionar como uma interessante e eficaz estratégia de (auto) aprendizagem mas também pode ser utilizada como meio de avaliação.

Semelhante a um fluxograma, um mapa de conceitos é também uma forma de representação ou organização do conhecimento. Contudo, um mapa de conceitos vai além do esquema convencional: mostrando as relações entre os conceitos, incluindo relações bidireccionais, um mapa de conceitos é constituído por nós (normalmente círculos onde se inscrevem os conceitos) e ligações (linhas) que representam as relações entre os conceitos, através de proposições.

Uma vez concluído, um mapa de conceitos é uma representação visual gráfica de como o seu autor pensa acerca de qualquer assunto ou tópico. Ou seja, representa de forma bidimensional uma certa estrutura cognitiva mostrando hierarquias e conexões entre os conceitos envolvidos.