“Usar a tecnologia” ou “integrar a tecnologia”?

Usar ou integrar a tecnologia na prática doente é uma algo de tão potencialmente relevante como a velha questão de Shakespeare: “be or not to be”. Na verdade, a impressão que temos é a de que, apesar de se falar muito em integração da tecnologia, o que está a acontecer nas nossas escolas é apenas e simplesmente a utilização da tecnologia. Não, não é apenas uma questão semântica. Há uma grande diferença entre estes dois conceitos com impactos distintos consoante se utilize a tecnologia ou se opte pela sua integração nas práticas letivas.
Em última análise, e antes de verificarmos alguns pontos de diferenciação, coloquemos a questão nestes termos. Uma coisa é uma casa tecnológica outra é uma onde se utiliza a tecnologia. Apesar de todos já utilizarmos alguma tecnologia nas nossas casas, isso não faz das mesmas uma “casa inteligente”.

Recorrendo a algumas sugestões encontradas na web e a uma reflexão pessoal, elaborei o quadro que se segue assinalando as principais diferenças entre uma prática que utiliza a tecnologia e outra que a integra. Se é claro que , pelas mais diversas circunstâncias, não é fácil criar as condiçoes necessárias para potenciar a integração das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem, torna-se evidente que há que, rapidamente, passar da fase utilitária e dar o salto para a integração.

Com o mundo a acelerar, não é já uma necessidade. É uma exigência. Quem não o fizer, ficará, com toda a certeza, para trás.

 

A utilização da tecnologia

A integração tecnológica

A utilização da tecnologia é aleatória, arbitrária e muitas vezes funciona apenas como um complemento. O uso da tecnologia é propositado e intencional.
A tecnologia rara ou esporadicamente é utilizada na sala de aula.  A tecnologia faz parte da rotina do processo de ensino-aprendizagem.
A tecnologia é usada apenas para se dizer que se está a usá-la. A tecnologia é utilizada como suporte dos objetivos curriculares e de aprendizagem.
A tecnologia é usada para instruir os alunos sobre o conteúdo. A tecnologia é usada para envolver os alunos com o conteúdo.
A tecnologia é mais usada pelos professores. A tecnologia é mais utilizada pelos alunos.
A única preocupação é utilizar a tecnologia. O seu uso visa criar e desenvolver novas capacidades.
Muito tempo é perdido a ensinar como é que se deve utilizar a tecnologia. O tempo é gasto a utilizar a tecnologia para aprender.
A tecnologia é utilizada para completar as tarefas de menor exigência intelectual. A tecnologia é usada para incentivar o desenvolvimento intelectual.
A tecnologia é utilizada em tarefas individuais. A tecnologia é utilizada para facilitar a partilha e colaboração do trabalho dentro e fora da sala de aula.
A tecnologia é usada para facilitar atividades cuja resolução seria mais difícil sem ela. A tecnologia é utilizada para resolver problemas que de outra forma seriam difíceis ou impossíveis de resolver.
A tecnologia é usada para fornecer informações. A tecnologia é usada para aumentar e construir conhecimento.
A tecnologia é marginal à aprendizagem. A tecnologia é essencial no processo de aprendizagem.


10 ferramentas web gratuitas para usar já

A internet disponibiliza uma quantidade praticamente ilimitada de recursos que podem ser utilizados no ensino. Tutores, professores, educadores e, claro, alunos e encarregados de educação, podem beneficiar dessas ferramentas. O melhor é que muitas delas são de acesso livre, gratuitas e, além disso, estão em permanente evolução, apresentando cada dia novos recursos e capacidades
Selecionei 10 ferramentas fantásticas que podem ser utilizadas em diferentes situações.

1. Blogger

Blogger front pageBlogger é a plataforma de blogues do Google. O que muitos não sabem é que este recurso pode ser utilizado no ensino de uma forma muito atrativa e produtiva, seja na partilha de documentos, no debate de ideias, na disponibilização de informação, de recursos, ligações, etc.

2. Wikispaces

Alunos bem como professores, podem fazer uso do Wikispaces para publicar, enviar, partilhar texto, imagens, vídeos e outros documentos através desta plataforma de espaço virtual. Utilizando as configurações de privacidade, podemos definir quem pode e quem não pode aceder ao material que disponibilizamos. Em última análise, podemos limitar a visualização do que publicamos a um pequeno grupo, como a turma, pro exemplo.

3. Googe Drive

Este é outro grande recurso Google que, muitas vezes esquecemos. Basta ter uma conta de Gmail para garantir o acesso livre a grande parte do universo de aplicações Google. Com o Google Drive (ex-Google Docs) alunos e professores podem criar documentos originais (texto, apresentações, folhas de cálculo, formulários, testes …) e partilhá-los com quem entenderem. Uma das suas vantagens é que o trabalho é salvo automaticamente, além de que, como fica armazenado na “nuvem” não precisa de andar com o trabalho em nenhuma pendrive, disco portátil ou cd de um lado para outro. Basta ter cesso à internet.

4. 4teachers

Como o próprio nome sugere 4teachers é um sítio repleto de ferramentas especialmente pensadas para serem utilizadas pelos professores. O sítio ajuda os professores na planificação de aula, criação de rubricas, questionários, etc. Além disso, disponibiliza ferramentas para os alunos.

5. Dropbox

Dropbox
Se algum professor utilizador da internet nunca ouviu falar na Dropbox, é provável que o seu caso seja “caso de estudo”. Na verdade, a Dropbox, sendo o mais popular serviço de partilha de ficheiros e de sincronização entre vários computadores e equipamentos, permite a partilha de ficheiros 24/7, isto é, vinte e quatro horas por dia, 7 dias por semana. O principal óbice deste serviço é que a versão gratuita apenas oferece 2Gb de espaço. Outros serviços de cloud computing são mais generosos, a começar pelo Google Drive, com 5 Gb, o Sky Drive, ou mesmo outros menos populares, como o Cloud pt, que oferece 16 Gb a cada português.

6. Evernote

O Evernote é um bom recurso que pode ser utilizado para capturar informações sem esforço em qualquer sistema operativo ou dispositivo usado. Ao “capturar” uma informação, ela fica acessível online na conta de cada um. Notas, listas de tarefas, quadros, páginas web e imagens podem ser capturados através do Evernote. É útil para organizar informação ou trabalhos e colaborar e partilhar com colegas e alunos.

7. Animoto

Sítio de criação de vídeos educacionais. O Animoto oferece aos professores e educadores, além da oportunidade de criarem as suas apresentações dinâmicas, capacidade para criar vídeos, clipes de música e imagens. É possível depois partilhar o trabalho realizado através de email, num site ou blogue, ou mesmo no Youtube, ou ainda apenas para download na sala de aula, em circuito fechado.

8. Voki

O Voki é um serviço que permite criar avatares falantes, que, depois podem ser colocados num blog ou num website. Do mesmo modo, pode ser criado um avatar de turma, que os alunos podem aceder sem terem de se registar.
O sítio disponibiliza, gratuitamente, planos de aula em formato pdf, que podem ser descarregados. Veja este EXEMPLO.

9. Tag Galaxy

Se acha que a aprendizagem através de fotos ou imagens pode ser divertido e ser uma ótima maneira para os alunos aprenderem qualquer coisa sobre qualquer assunto, o Tag Galaxy pode ser a solução. A partir de um tema qualquer a ferramenta ajuda a construir um planeta virtual de fotos, que podem girar e ser ampliadas, criando visualizações dinâmicas.

9. Go! Animate

Voki
Este é um serviço que permite produzir vídeos engraçados. Os professores podem aderir ao serviço de vídeos escolares.

Transformar texto em áudio

NaturalReader é um programa que permite transformar um texto em áudio. O programa é muito fácil de usar, aceita os textos escritos, no formato word, em páginas da Web, em arquivos PDF e em email, fazendo com que o ato de ler possa facilmente transformar-se numa escuta.

Com este software, é facil converter os textos escritos e salvá-los em formatos MP3 ou WAV para um leitos de CD, MP3, MP4 ou iPod.
É comum achar que esse tipo de software é útil somente para pessoas com deficiência, mas o NaturalReader pode ajudar qualquer um em termos de conforto. Se não tem problemas de visão, não sabe a dificuldade que pessoas cegas ou com visão reduzida enfrentam quando se sentam à frente de um computador. Felizmente a acessibilidade tornou-se um tema cada vez mais importante para o desenvolvimento de sistemas e programas como o NaturalReader.
A leitura de textos é a única funcionalidade disponível na versão Free Version do NaturalReader. As versões pagas oferecem funções extras, como a alteração da voz do locutor, barras integradas para o Word e Internet Explorer e a possibilidade de converter o texto em arquivo MP3.
O programa está especialmente indicado para ultrapassar os problemas de dislexia, falta de visão e atenção deficiente e aprendizagem de segunda língua.
Apesar das limitações do NaturalReader Free Version, as vantagens do programa são inegáveis. É uma pena que não tenha versão para a língua portuguesa, (do Brasil ou de Portugal), mas, se corrermos um texto a ler em espanhol (se optarmos pelo espanhol das Américas a leitura é mais interessante), a coisa compreende-se bem. Com um pouco de esforço e boa vontade, dá para entender tudo o que o NaturalReader lê.
No site do programa é possível testar e verificar a validade do programa.

10 passos para utilizar o Facebook como ferramenta de trabalho com os alunos

Por mais que queiramos ignorar, as redes sociais, em especial o Facebook, vieram para ficar. O tempo em que o café era o único ponto de encontro passou à história. O tempo em que o único centro de difusão do saber se cingia à sala de aula acabou. O tempo em que o saber estava nos livros é passado. O tempo em que o professor era dono único do conhecimento já era.
Não vale a pena estarmos a discutir se a sala de aula, na linha do modelo industrial em que todos fomos educados até agora, é útil ou não, se continua a ter utilidade ou não, se tem o futuro garantido ou antes pelo contrário, até porque essa é uma incógnita. Certeza, certeza é a de que, a bem ou mal, com efeitos mais ou menos adversos, todo o sistema de ensino-aprendizagem vai ter que percorrer os caminhos das redes sociais, já que é aí que as pessoas se encontram e onde mais facilmente podem interagir.
Não é caminho único mas é, com certeza, uma via paralela que não podemos ignorar, sob pena de sermos ultrapassados pelas circunstâncias, atropelados pelo comboio do progresso.
Então, de que forma podem os professores utilizar o Facebook para pôr a sua turma a mexer?
Entre outras possíveis, propomos 10 acções que julgamos essenciais, a saber:

1 – Crie o seu perfil profissional de professor e, a partir daí, crie um grupo restrito, privado. Convide para o grupo os seus alunos.
2 – Defina com clareza as regras de funcionamento do grupo. Não se esqueça de pedir a colaboração dos alunos na definição dessas regras, não deixando no entanto de salientar que a última palavra é do professor.
3 – Utilize o manual do grupo para colocar questões, sugerir leituras, consultas, …
4 – Defina prazos para a obtenção das respostas.
5 – Utilize o mural para os Trabalhos de Casa (TPC).
6 – Utilize o serviço de mensagens para obter e verificar os trabalhos realizados individualmente.
7 – Promova sessões síncronas para debate de projectos, utilizando o serviço de chat.
8 – Nunca deixe nenhuma pergunta sem resposta. Se não puder responder no momento, faça-o assim que tiver disponibilidade.
9 – Debata com os alunos na sala de aula o trabalho promovido na rede social,
10 – Como todas as coisas, a utilização do Facebook tem vantagens e desvantagens. Valorize o que o a rede social tem de melhor e minimize os seus pontos negativos. Não misture o trabalho o grupo de trabalho com as trivialidades naturais da rede.

Aprender com os filmes

Apesar de estarem sempre à mão, ou quase, a utilização dos filmes como recursos de aprendizagem nem sempre é feita de uma forma coerente. Sugerimos o site Film Education que, de uma forma clara, nos dá uma nova perspetiva de como os professores podem utilizar o cinema para dar às suas aulas outra dimensão, utilizando de uma forma racional um recurso que faz parte da cultura contemporânea, a partir da mais tenra idade.

O cinema é, sempre foi, um instrumento privilegiado de divulgação, de conhecimento, de saberes, de informação, de vivências. Os filmes revelam-se como ferramentas poderosas que ajudam os alunos a compreender e a aceder ao mundo e outros mundos, reais ou imaginários.
Incentivar os jovens a aprenderem através da visualização, cultivando o seu sentido crítico, e desenvolvendo as suas capacidades de discernimento, análise e de apreciação é uma tarefa que está no topo dos objetivos da Film Education, uma associação sem fins lucrativos localizada no Reino Unido.
O site da Film Education oferece recursos de ensino premiados, de formação de professores e de utilização de filmes como suporte curricular.

A Film Education foi fundada há 25 anos e conta com a participação de inúmeras produtoras cinematográficas britânicas, tendo como objetivo principal, não apenas utilizar os filmes como recursos educativos, de uma forma genérica, mas também trabalhar na melhoria da qualidade da cultura cinematográfica dos estudantes.
No Reino Unido, participam anualmente nas ações da Film Education mais de 450 mil crianças, nomeadamente através da realização da Semana Nacional de Cinema na Escola.
Parte dos recursos são de acesso gratuito, em que se conta uma vasta gama de áreas do currículo e clipes de filmes, notas para os professores e atividades.
A isso, junta-se uma filmoteca com uma grande variedade de filmes, acompanhados de fichas de atividades e trabalho, tanto para o professor como para os alunos.

Para cada filme, o site disponibiliza um conjunto de recursos, em que se conta a visualização de extratos do filme, atividades diversas e um guia para o professor.

Ver, por exemplo o trabalho feito com o filme O Discurso do Rei

Escrever no computador com a nossa caligrafia

Escrever no computador com a nossa caligrafia não é coisa que se veja todos os dias. A nossa grafia é como uma impressão digital havendo mesmo uma ciência que estuda o fenómeno, a grafologia. Na verdade, se há coisa que nos distingue é a nossa caligrafia. E arranjássemos uma maneira simples de enviar mensagens utilizando a nossa própria forma de escrever manuscrita, fugindo à ditadura dos tipos de letra estandardizados, e por isso mesmo impessoais? Ter uma fonte (tipo de letra) pessoal, individual, único?
Ora é isso mesmo que nos propõe o site Pilot Handwriting.
Independentemente de outras aplicações, pode ser utilizada como mais uma ferramenta de ensino aprendizagem com variadíssimos recursos.
Registamos-nos no site, e começamos por imprimir um modelo de página com uma grelha que é disponibilizado, preenchemos a grelha e “devolvemos” a nossa grafia ao sistema através de fotografia, webcam ou mesmo fotografia. O site processa então as nossas letras cuidadosamente desenhadas, dando-nos ainda oportunidade de, caso necessário, fazer pequenas correções online, com uma caneta e uma borracha.
Fica então tudo pronto para escrever um email personalizado que podemos enviar para quem quisermos.
Aqui fica um exemplo.

E para facilmente ver como funciona, vale a pena ver o video.

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Enviar mensagens como se fossem cartas manuscritas talvez nos leve a escrever mais aos amigos, fazendo lembrar os tempos em que a correspondência postal era algo que nos envolvia de uma forma profunda.

LiteraTic 2011 | I Congresso de Literatura Infanto-Juvenil e Novas Tecnologias

Braga acolhe nos próximos dias 7 e 8 de maio o LiteraTic 2011 | I Congresso de Literatura Infanto-Juvenil e Novas Tecnologias. O evento decorrerá no Auditório do Parque de Exposições de Braga, localizado no centro da cidade.

Vocacionado para refletir a tecnologia em contexto escolar e literário, o LiteraTic – I Congresso Literatura Infanto-juvenil e Novas Tecnologias propõe-se debruçar sobre o modo como as novas linguagens e literacias digitais interagem com as narrativas infanto-juvenis.
São objectivos deste Congresso, focado em torno da interação entre o mundo digital e o das narrativas infanto-juvenil, entre outros tópicos possíveis, pensar:

  • o modo como a legibilidade digital condiciona e reformula a leitura tradicional;
  • a maneira como a mediação tecnológica supõe e exige práticas, formas e conteúdos literários novos no âmbito das narrativas infanto-juvenis;
  • as Novas Tecnologias ao serviço do processo de ensino / aprendizagem;
  • os livros digitais;
  • novos cenários e suportes de leitura.

LiteraticO evento, organizado por conjuntamente pelas empresas Opera Omnia, Parque de Exposições de Braga e ENDU – Energias Educativas, conta com a participação de um painel alargado de conferencistas, em que se destacam vários professores das Universidades do Minho, Madeira. Católica e Trás-os-Montes e Alto Douro, assim como do secretário Regional da Educação Cultura da Madeira, Francisco Fernandes, que abordará o tema Os novos caminhos do conto infantil.
A Comissão organizadores é composta pelos professores J. Miguel Corais, Hélder Freitas, José Manuel Costa, Sérgio Guimarães de Sousa e Evandro Morgado.

Este é um evento creditado pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua (para efeitos de progressão na carreira do Pessoal Docente), na modalidade de curso de formação (15 horas).
O custo da inscrição no LiteraTic 2011 , cujo período de adesão já está aberto, custa 65 euros.

Os professores sabem usar a tecnologia na sua prática letiva?

Boa tecnologia não é sinónimo de bom ensino.

Todos sabemos isso. Não é pelo facto de termos boas máquinas que o ensino por si só melhora. Tão importante como ter bons equipamentos é saber utilizá-los devidamente. Para nos ajudar e verificar se estamos no bom caminho, sugerimos o preenchimento de um inquérito.

A questão, ou conjunto de questões é colocada aos alunos, mas os professores podem, na mesma, utilizar o questionário para saber se sabem utilizar a tecnologia na sua prática letiva.

Educar para crescer.

O site da Editora Abril “Educar para Crescer” é um óptimo porto, com visita obrigatória: pela qualidade, pela abrangência, pela pertinência, pela capacidade de comunicação que consegue ter com os seus leitores e visitantes.
Neste caso em especial, recomendamos uma visita à página que convida à realização deste teste que, discutível ou não, coloca questões pertinentes em relação à forma como os professores utilizam a tecnologia na sua prática, ou como dizem os brasileiros “na hora de ensinar”. O site, no entanto, é tão rico, que havemos de voltar  e recomendar um conjunto de ferramentas e ideias que, embora direccionadas e assentes na realidade brasileira, não deixam de ter uma aplicação universal.

Quanto ao teste em si, vale sempre a pena realizá-lo. Alguma coisa aprendemos sempre. Nem que seja para confirmarmos que estamos no bom caminho… Ou não! Será?

Questionário:

Seu professor é antenado na tecnologia?