Google Story Builder: Criar histórias de vídeo em minutos

A Google lançou recentemente uma nova plataforma que permite a qualquer pessoa criar vídeos curtos com muita qualidade. Com a Google Story Builder é possível ajustar os personagens, o enredo, e até mesmo personalizar a música. O exemplo dado pela Goggle mostra as potencialidades da nova plataforma.

O processo de criação de um vídeo por este sistema é simples:
  1. Adicionar dar nomes aos personagens (até 10)
  2. Adicionar e editar mudanças entre personagens (até 10)
  3. Titular o documento.
  4. Adicionar música.
  5. Dar nome ao vídeo e adicionar nome do autor.
  6. Publicar e partilhar o link.

Para não haver enganos basta lembrar que as histórias estão limitadas a 10 personagens e 10 mudanças, ter trechos rápidos e não longas descrições. Estas limitações não condicionam, pelo contrário, facilitam a forma como os alunos devem utilizar esta ferramenta para criar as suas próprias histórias dentro ou fora da sala de aula.
Esta pode ser uma excelente ferramenta interativa a utilizar pelos alunos, por exemplo, para resumir uma história. A brevidade do programa obriga os alunos a se envolverem com o essencial da informação e a serem criativos nas suas apresentações. Do mesmo modo, pode funcionar como “brain stroming” na discussão e debate livres, em formatos síncronos ou assíncronos.

Ligação: Google Story Builder

A Google a day: Planos de aula para aprender a pesquisar

Os planos de aula “A Google a Day” têm como objetivo levar os alunos a utilizar corretamente o motor de pesquisa para encontrarem as suas respostas.
São 60 planos de aula com enigmas e desafios. Os planos estão no formato de apresentação do Google Docs e podem ser descarregadas ou apresentados online.


Cada plano de aula apresenta uma pergunta ou ou desafio, dicas para os alunos começarem a pesquisar e que caminhos percorrer para encontrar as respostas certas utilizando o motor de pesquisa Google. Além disso, cada desafio tem um slide de informação adicional sobre o tema e perguntas para facilitar a discussão. Os planos de aula estão organizador em quatro categorias principais: cultura, história, geografia e ciências.
Verifique os planos de aula aqui. E como sugestão de trabalho, volte ao post que publiquei há algum tempo com pistas para tornar as buscas mais eficazes.


Feira de Ciências Google 2013

Já foram abertas as candidaturas para a terceira edição da Feira de Ciências Google, uma competição global online aberta a estudantes de todo o mundo, entre os 13 e os 18 anos de idade. A iniciativa tem como principal objectivo encontrar a nova geração de cientistas e engenheiros que ajudem a mudar o mundo através de ideias inspiradoras.
As candidaturas estão abertas até ao próximo dia 30 de Abril.
A iniciativa do Google, em parceria com o CERN, Grupo LEGO, National Geographic e a Scientific American, contou na edição anterior com projectos que abordam temas como o diagnóstico precoce do cancro da mama ou a catalogação de ecossistemas aquáticos. Entre os prémios da competição destacam-se bolsas de estudo, viagens e experiências com os parceiros da iniciativa para os estudantes e ainda prémios para as escolas dos vencedores.
As candidaturas podem ser apresentadas em 13 línguas, entre elas o Português, e o prazo para apresentação de candidaturas termina no dia 30 de Abril. Em Junho serão conhecidos os 90 finalistas regionais.
Os 15 melhores irão participar na final que decorrerá em Setembro na sede da Google na Califórnia.
Pais e professores são convidados a participar ativamente nesta iniciativa, apoiando filhos e alunos na elaboração dos projetos.

Feira ciencia 2013

Prémios:

O Prémio Principal é constituído por:

  • Uma viagem de 10 dias para as Ilhas Galápagos com a National Geographic Expeditions;
  • Financiamento educacional de 50 mil dólares;
  • Experiência prática numa das três organizações financiadoras do projeto: LEGO, CERN ou Google;
  • Prémio personalizado da LEGO;
  • Acesso digital gratuito aos arquivos da Scientific American para a sua escola durante um ano;
  • Um prémio no valor de 10 mil dólares para a escola investir como quiser.

Os finalistas premiados deste ano terão a oportunidade de conhecer melhor o Google, o CERN ou a LEGO, e ganharão bolsas de estudos de 25 mil dólares, entre outros prémios incríveis.

Outros Prémios:

Ciência em Ação

A Scientific American concederá um financiamento de 50 mil dólares e um ano de orientação ao vencedor do prémio Ciência em Ação. Estes prémios têm como objetivo ajudar o vencedor a continuar a sua pesquisa e a desenvolver seu projeto. O vencedor, juntamente com um dos pais ou responsável, juntar-se-á aos 15 finalistas na sede do Google, em Mountain View, Califórnia, para apresentar o seu projeto aos juízes e receber o prémio.

Celebre a Escola

Uma doação no valor de 10 mil dólares para a sala de informática ou para equipamentos do laboratório de ciências.

Ideia Inspiradora

O Prémio Ideia Inspirada será dado ao projeto com o maior potencial de mudar o mundo e decidido por votação do público. A votação acontecerá de 1º a 30 de agosto de 2013.

Fonte: Feira de Ciências Google

Google Art Project: democratizar o acesso à arte

Google Art Project é um dos projetos mais impressionantes da Google: uma galeria virtual que permite conhecer mais de 30 mil obras de arte de 151 museus situados em 40 países diferentes. Por mais que não fosse, estes números dão-nos desde logo uma ideia da grandeza do projeto e das possibilidades didáticas que oferece.
A última versão do projeto, lançada há pouco mais de um mês, já tem algumas páginas em português ao mesmo tempo que permite uma visita ao Museu da Coleção Berardo.
Uma das caraterísticas mais interessantes do projeto é a possibilidade de os utilizadores registados criarem as suas próprias galerias e depois partilhá-las através das redes sociais, como o Google +, Facebook ou Twitter.
Quando acedemos à página Google Arte Project é-nos fornecida uma image aleatoriamente com informação sobre a mesma, sua localização e uma ligação às restantes obras da coleção assim como o acesso a uma visita virtual ao museu onde se encontra.

Desta página inicial também se acede a todo o conteúdo através das diferentes ligações:

  • Museus com Museum View ou visitas virtuais. Apenas 51 museus o permitem.
  • Coleções ou museus. Podem pesquisar-se por localização geográfica.
  • Artistas, ordenados alfabeticamente.
  • Obras de arte. Neste caso, os resultados podem ser filtrados por título, suporte, técnica e qualidade da imagem e também a coleção que pertence o criador da obra.
  • Galerias criadas pelos utilizadores registados. Neste caso, aparecem ordenadas pelo nome, as mais populares e as mais recentes.
  • As nossas galerias e um pesquisador do conteúdo do Google Arte Project.

Para poder ver as obras em detalhe, depois de selecionar a obra fazemos zoom sobre ela, explorando as partes que mais nos interessam.

Naturalmente que esta ideia pode ser aproveitada de várias formas em trabalho de sala de aula. O próprio site oferece várias propostas didáticas.

Look Like an expert propõe maneiras interessantes de estudar a história da arte, com variados e atrativos pontos de vista:

  • Criar galerias em que se cataloguem as obras por temas e/ou motivos que identifiquem uma determinada época histórica. Por exemplo, os temas mitológicos na arte grega e romana ou as paisagens urbanas no século XIX.
  • Jogo de pares: unir detalhes com as obras a que pertencem e analisá-los. Por exemplo, o calçado, outros adereços, utensílios domésticos…
  • Identificar obras de um determinado período artístico a partir das caraterísticas básicas do seu estilo, o ideal de beleza procurado ou a forma de representar objetos ou materiais. Por exemplo, os fundos dourados nas obras medievais ou os contrastes de luz e sombras do barroco.
  • Criar galerias de obras classificadas por um suporte ou material empregue para realizar a obras: pintura a óleo, aguarela, mármore, carvão, pastel… A qualidade das imagens do Google Arte Project ajuda a identificar claramente as diferentes técnicas, a aparência dos diversos materiais e a sua deterioração. Do mesmo modo, ao observar em detalhe as obras, pode-ser analisar o traço ou a pincelada caraterística de um determinado pintor.

DIY (Do it yourself). Um faça você mesmo que propõe várias atividades, em que se destaca:

  • Conservador de Museu: Converter-se num conservador de um museu e organizar uma exposição sobre um determinado tema. O tema pode ser simples ou complicado e ter múltiplos subtemas. Outra opção é organizar uma exposição, ou atividades sobre elementos presentes numa obra, escolher uma sala de um museu, realizar uma visita virtual, analisar a ordem das obras expostas e criar uma galeria com elas.
  • Remix: Criar um espaço que acompanhe uma obra de arte selecionada. O espaço pode decorar-se com mobiliário de desenho, ambientar-se com música, desenhar um guarda roupa, etc. As possibilidades são infinitas. A atividade pode-se realizar tridimensionalmente de forma virtual criando um diaporama ou com uma aplicação de desenho 3D como o Google SketchUp.
  • Montar uma exposição fotográfica. Utilizar a ampliação de imagens e realizar uma galeria de animais reais ou imaginários, plantas e árvores, jóias, etc.
  • Reinterpretar uma obra de arte presente nas coleções. O site sugere fazer uma cópia com o nosso estilo pessoal utilizando diversas técnicas.
  • Criar uma galeria que reúna as obras de arte em que predomine um determinado conjunto de cores: dores frias, quentes, harmonias, contrastes…

Finalmente, o projeto sugere um conjunto de espaços onde podemos aprender mais sobre arte e a sua história. Mais propostas didáticas podem ser vistas no Canal de Youtube do Google Art Project.