web 2.0 (2)

Todos os dias aparecem novas ferramentas no universo Web 2.0. Para quem não quer ficar atrás nestes domínios, o melhor mesmo é não deixar passar o comboio.
Aqui ficam três sítios para se cultivar sobre a matéria:
1 – A Wikipédia tem um excelente artigo sobre o assunto, que nos ajuda a perceber o alcance desta tecnologia. Vale a pena dar uma vista de olhos. Aqui.
2 – No directório Gotoweb2.0 podemos encontrar o que de mais significativo há. É experimentar e usar.
3 – Para quem quiser saber o que se produz em Portugal, pode ir ao Observatório Web 2.0 Portugal

Invenções e desafios

InventNow.org é um espaço em Flash especialmente elaborado para utilizadores criativos e que gostam de explorar ideias e desafios, criando as suas próprias invenções.
Áreas de interesse:
• Design: Para os utilizadores que gostam de desenhar e se interessam pela Arquitectura, Engenharia, Moda e Artes Plásticas;
• Desporto: Para os utilizadores interessados em conhecer tudo sobre os diferentes desportos e competições pelo mundo, recorrendo a jogos e desafios radicais;
• Investigação: Para utilizadores curiosos em questões científicas e que gostam de fazer novas descobertas e inventar novas soluções;
• Entretenimento: Para os utilizadores interessados em aprender tudo sobre televisão, rádio, teatro, jogos e muito mais;
• Espacial: Para os utilizadores fascinados pelo mundo das estrelas, os astronautas e os exploradores do universo, das galáxias, dos planetas e das estrelas;
• Meio Ambiente: Para os utilizadores empenhados em melhorar o nosso planeta, criando recursos e inventado novos métodos de proteger o meio ambiente.

Mapas Conceptuais (4)

Ferramentas úteis

Existem vários produtos que nos ajudam a estruturar as ideias. Entre o gratuito e altamente profissional, é uma questão de escolha e de capacidade financeira.
Para os professores recomendamos um software de código livre, gratuito, que poderá ser descarregado facilmente. Trata-se do CMAPS TOOLS.

É um software desenvolvido pelo Institute for Human Machine Cognition da University of West Florida e permite
ao utilizador construir, navegar, compartilhar e criticar modelos de conhecimento representados com Mapas Conceptuais. A ferramenta possui independência de plataforma e permite construir e colaborar de qualquer lugar na rede, internet e intranet, durante a elaboração dos Mapas Conceptuais com colegas, como também, compartilhar e navegar por outros modelos distribuídos em servidores pela Internet.
Através de uma arquitectura flexível, a ferramenta permite instalar somente as funcionalidades necessárias, adicionando mais módulos conforme a necessidade, ou na medida que novos módulos com novas funcionalidades sejam desenvolvidas. Existem versões para os vários sistemas operativos. Altamente recomendado.

Mapas Conceptuais (3)

Passos para a construção de um Mapa de Conceitos

  • Anotar os principais termos ou conceitos acerta do tópico;
  • Identificar os conceitos mais gerais, os intermédios e os específico;
  • Começar a construir o mapa de conceitos:
    • Os conceitos são contornados com um círculo (oval ou outra forma;
    • Localizar o conceito mais geral no topo ou centro;
    • Colocar os conceitos intermédios abaixo do geral e os específicos abaixo dos intermédios ou, no caso de o conceito mais geral estar no centro, os conceitos intermédios mais próximos do geral e os específicos mais afastado;
    • Traçar as linhas de ligação entre os conceito;
    • “Etiquetar” as linhas de ligação com as palavras de ligação para indicar como os conceitos estão relacionados – proposições;
  • Fazer a revisão do mapa.

Um mapa de conceitos é sempre pessoal. Mas alguns aspectos devem ser tidos em conta para conseguir um maior aperfeiçoamento, tais como:

  • Usar palavras simples ou frases simples para informação;
  • Usar fontes (tipo de letra) facilmente legíveis;
  • Usar cores para separar ideias diferentes;
  • Usar símbolos e imagens sugestiva;
  • Usar formas diferentes para diferentes grupos de informaçã;
  • Usar setas para mostrar relações de causa e efeito;

Mapas Conceptuais (2)

Aplicações dos Mapas de Conceitos

Pela sua natureza, os mapas conceptuais, integrando princípios pedagógicos construtivistas constituem uma via interessante para a aprendizagem significativa. Assim, das múltiplas aplicações possíveis podemos referir:

  • Exploração do que os alunos já sabem – Do ponto de vista pedagógico e numa perspectiva construtivista, o conhecimento do “ponto de partida conceptual” facilitará o processo de aprendizagem. Os mapas de conceitos constituem um excelente recurso para explorar e valorizar o que os alunos já sabem.
  • Roteiro de aprendizagem – Mostrando relações entre significados, tal como um mapa de estradas ou roteiro de viagem mostra a relação entre lugares, os mapas de conceitos são igualmente úteis enquanto suporte ao traçado de roteiros de aprendizagem. Recorrendo à mesma metáfora, é possível obter roteiros de aprendizagem a diferentes escalas construindo mapas de conceitos gerais (abrangentes) e mapas de conceitos de pormenor.
  • Preparação de trabalhos escritos ou de exposições orais – Organizar ideias e comunicá-las não é para a maioria dos alunos uma tarefa fácil. A elaboração de mapas conceptuais ajuda a ultrapassar dificuldades na “relação com a folha em branco”.
  • Extracção dos significados de trabalhos de laboratório e de campo e de livros de texto (ou artigos de jornais e revista) – Podem contribuir para que os estudantes não só adquiram conhecimentos significativos a partir das experiências de campo, como os ajudam a ter atitudes positivas e a agirem de forma adequada durante a experiência e depois dela. Podem também ser de grande utilidade na compreensão de livros de texto escolares mas também na compreensão e interpretação de obras literárias ou mesmo de artigos de jornais e revistas.
  • Extracção dos significados – Os mapas conceptuais como ponto de partida preparatório e/ou como síntese posterior.

Fonte: Novak, J.D., & Gowin, D.B. (1984). Learning how to learn. New York, N.Y.: Cambridge University Press. (traduzido em Português pela Plátano,1999)

Mapas Conceptuais (1)

Vamos introduzir uma ferramenta nova, pelo menos para alguns. Ao longo dos próximos posts, vamos explicar o que são, para que servem, onde podemos encontrar e trabalhar com os mapas conceptuais.

Os especialistas, quando falam de mapa de conceitos, que tiveram origem no movimento construtivista da aprendizagem, dizem que eles podem ser, simultaneamente, um recurso de auto-aprendizagem; um método para encontrar e explicitar significado para os materiais de estudo e, por fim, uma estratégia que estimula a organização do estudo.

Se os princípios são válidos para os alunos, são-nos mais para os professores, na medida em que permite aos docentes estruturar todo o seu trabalho de uma forma lógica, sequencial, organizada, não deixando pontas de fora, dando-lhes, ao mesmo tempo, uma visão global sobre toda a sua acção ao longo do ano escolar.

Os mapas conceptuais têm por objectivo representar relações significativas entre os conceitos na forma de proposições; ou seja, um mapa conceptual é um recurso de representação esquemática, através de uma estrutura bidimensional de proposições de significados conceptuais. Podem ser usados para sintetizar informação; consolidar informação a partir de diferentes fontes de pesquisa ou para “simplificar” a abordagem a problemas complexos. Podem, igualmente, ser utilizados para rever e refrescar a memória. A sua construção pode funcionar como uma interessante e eficaz estratégia de (auto) aprendizagem mas também pode ser utilizada como meio de avaliação.

Semelhante a um fluxograma, um mapa de conceitos é também uma forma de representação ou organização do conhecimento. Contudo, um mapa de conceitos vai além do esquema convencional: mostrando as relações entre os conceitos, incluindo relações bidireccionais, um mapa de conceitos é constituído por nós (normalmente círculos onde se inscrevem os conceitos) e ligações (linhas) que representam as relações entre os conceitos, através de proposições.

Uma vez concluído, um mapa de conceitos é uma representação visual gráfica de como o seu autor pensa acerca de qualquer assunto ou tópico. Ou seja, representa de forma bidimensional uma certa estrutura cognitiva mostrando hierarquias e conexões entre os conceitos envolvidos.

Coisas Simples na sala de aula

Para começar, e independentemente do grau de conhecimento informático de cada um, há coisas simples que qualquer professor pode utilizar para melhorar o seu desempenho. Ferramentas básicas. Se antes o lápis, o papel, a borracha, o giz e o quadro eram os cinco pilares das ferramentas essenciais de qualquer sala de aula, hoje, é evidente, que é preciso ir mais além.
Claro que não vale a pena estar a perder tempo com coisas básicas. Ou como diriam os “Gato Fedorentos”,  “básicas, mesmo básicas, daquelas mesmo, mesmo básicas”.
Trata-se mais de, pegar naquilo que cada professor já tem e potenciar essas ferramentas no sentido de melhorar a sua performance.
Escrever, escrever, escrever. É para isso que servem os processadores de texto. De uma forma ou de outra todos utilizamos um e, no entanto, poucos são os que o sabem aproveitar todas as suas potencialidades.
Comecemos pelo mais famoso, o Microsoft Word. Para quem sabe inglês, a coisa está mais facilitada. Experimente ir aqui. Ou então visite o site da Microsoft.
Em Português, há várias coisas também. Pode começar por aqui:
Além do mais, pode utilizar os “templates” (modelos) que a Microsoft disponibiliza sobre os mais variados temas: Ordens de Trabalho, Agendas, Apresentações, Bases de dados, Boletins, Calendários, Cartas, Cartões de saudação, Cartões de visita, Certificados, Contas, Convites, Currículos, Diagramas, etc, etc. É só descarregar e adaptar à realidade de cada um.
Para quem tem na Microsoft como seu inimigo de estimação, há as alternativas, quase todas boas, a principal das quais é o Open Office.
Entretenha-se com algumas das sugestões, melhore a apresentação dos seus testes, tire partido das tabelas, dos quadros e dos formulários.
Voltaremos brevemente com outras ferramentas.