Mapas Conceptuais (2)

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Aplicações dos Mapas de Conceitos

Pela sua natureza, os mapas conceptuais, integrando princípios pedagógicos construtivistas constituem uma via interessante para a aprendizagem significativa. Assim, das múltiplas aplicações possíveis podemos referir:

  • Exploração do que os alunos já sabem – Do ponto de vista pedagógico e numa perspectiva construtivista, o conhecimento do “ponto de partida conceptual” facilitará o processo de aprendizagem. Os mapas de conceitos constituem um excelente recurso para explorar e valorizar o que os alunos já sabem.
  • Roteiro de aprendizagem – Mostrando relações entre significados, tal como um mapa de estradas ou roteiro de viagem mostra a relação entre lugares, os mapas de conceitos são igualmente úteis enquanto suporte ao traçado de roteiros de aprendizagem. Recorrendo à mesma metáfora, é possível obter roteiros de aprendizagem a diferentes escalas construindo mapas de conceitos gerais (abrangentes) e mapas de conceitos de pormenor.
  • Preparação de trabalhos escritos ou de exposições orais – Organizar ideias e comunicá-las não é para a maioria dos alunos uma tarefa fácil. A elaboração de mapas conceptuais ajuda a ultrapassar dificuldades na “relação com a folha em branco”.
  • Extracção dos significados de trabalhos de laboratório e de campo e de livros de texto (ou artigos de jornais e revista) – Podem contribuir para que os estudantes não só adquiram conhecimentos significativos a partir das experiências de campo, como os ajudam a ter atitudes positivas e a agirem de forma adequada durante a experiência e depois dela. Podem também ser de grande utilidade na compreensão de livros de texto escolares mas também na compreensão e interpretação de obras literárias ou mesmo de artigos de jornais e revistas.
  • Extracção dos significados – Os mapas conceptuais como ponto de partida preparatório e/ou como síntese posterior.

Fonte: Novak, J.D., & Gowin, D.B. (1984). Learning how to learn. New York, N.Y.: Cambridge University Press. (traduzido em Português pela Plátano,1999)

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