Google Docs (2)

Uma das vantagens mais significativas da utilização de uma ferramenta como o Google Docs é a possibilidade de trabalhar, seja em que lugar for, sem ter que andar de um lado para outro com qualquer aparelho. Por exemplo na criação de uma grelha de avaliação de um teste. Primeiro, acede à folha de cálculo e introduz todos os elementos necessários. Os nomes dos alunos, os itens de avaliação, as cotações, tal e qual como se estivesse a trabalhar como Excel, ou outra folha de cálculo. Aliás, é possível importar uma folha de cálculo já feita em Excel ou Open Office para a plataforma Google Docs. A partir do momento em que esses dados estão na plataforma, pode acedê-los a partir de qualquer computador com acesso à internet.
Se optar por criar uma nova folha de cálculo surgirá a aplicação de folha de cálculo. O botão “Ficheiro” apresenta diversas opções, entre elas, a criação de uma nova folha de Processador de texto do Google Docs cálculo, a abertura de uma folha de cálculo, a impressão da folha de cálculo e as definições da folha de cálculo. O botão “Editar” disponibiliza uma barra de ferramentas com um conjunto de opções relacionadas com a edição da folha de cálculo. O botão “Ordenar” apresenta um conjunto de opções de ordenação. O botão “Fórmula” permite inserir fórmulas. O botão “Revisões” apresenta o número de vezes que o utilizador editou a folha de cálculo, permitindo a comparação de edições. O botão “Debater” permite estabelecer uma conversação acerca da folha de cálculo. O botão “Partilha” permite partilhar a folha de cálculo. O botão “Publicar” permite publicar a folha de cálculo. O botão “Guardar” guarda o ficheiro e o botão “Guardar e Fechar” guarda o ficheiro e encerra a aplicação de folha de
cálculo. Existe ainda a possibilidade de imprimir a folha de cálculo e de acrescentar novas folhas.
Há vários manuais disponíveis na internet. Sugerimos este. (Clique aqui)

Adaptado de “Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores”

Google Docs

Diga Adeus à pen drive, ao CD, aos discos e a toda a parafernália de aparelhos utilizados para transportar os seus documentos de um lado para outro. O Google Docs veio para ficar e já há alguns outros instrumentos que lhe seguem as pisadas, quiçá mais desenvolvidos até.
O seu aspecto simples do Google Docs torna muito fácil a navegação e a utilização das diversas funcionalidades. Para aceder a esta ferramenta o utilizador necessita
apenas de possuir uma conta no Gmail.
O Google Docs lê os formatos de ficheiros mais conhecidos como o DOC, XLS, ODT, ODS, RTF, CSV e PPT, permitindo guardar os ficheiros nos formatos DOC,
XLS, CSV, ODS, ODT, PDF, RTF e HTML (Google, 2008a).
Através da página principal podemos criar um novo documento, folha de cálculo ou apresentação (compatível com o famoso Power Point). O utilizador pode, no entanto, optar por abrir um ficheiro já criado através da opção “Carregar”. Nesta página também é feita a
gestão dos ficheiros, que podem ser guardados em pastas.
Os ficheiros podem ser partilhados neste espaço através da opção “Partilhar”. O utilizador deverá indicar com quem quer partilhar o ficheiro, quais as permissões
dadas e se quer ou não enviar-lhes convite.
Se o utilizador optar por criar um novo documento surgirá o processador de texto. No topo são apresentados vários botões. O botão “Ficheiro” apresenta diversas opções, entre elas, a criação de um novo documento, a abertura de um documento existente, a eliminação do documento, a impressão do documento e os formatos de exportação do documento. O botão “Editar” disponibiliza uma barra de ferramentas com um conjunto de opções relacionadas com a edição do documento. O botão “Inserir” permite inserir imagens, hiperligações, comentários, tabelas, marcadores, separadores, caracteres especiais, cabeçalho e rodapé. O botão “Revisões” apresenta o número de vezes que o utilizador editou o documento, permitindo a comparação de edições. O botão “Partilha” permite partilhar o documento e o botão “Publicar” permite publicar o documento. Existe ainda a possibilidade de pré-visualizar, imprimir, enviar por correio electrónico e editar o documento em formato HTML.

Adaptado de “Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores”

Mapas Conceptuais (3)

Passos para a construção de um Mapa de Conceitos

  • Anotar os principais termos ou conceitos acerta do tópico;
  • Identificar os conceitos mais gerais, os intermédios e os específico;
  • Começar a construir o mapa de conceitos:
    • Os conceitos são contornados com um círculo (oval ou outra forma;
    • Localizar o conceito mais geral no topo ou centro;
    • Colocar os conceitos intermédios abaixo do geral e os específicos abaixo dos intermédios ou, no caso de o conceito mais geral estar no centro, os conceitos intermédios mais próximos do geral e os específicos mais afastado;
    • Traçar as linhas de ligação entre os conceito;
    • “Etiquetar” as linhas de ligação com as palavras de ligação para indicar como os conceitos estão relacionados – proposições;
  • Fazer a revisão do mapa.

Um mapa de conceitos é sempre pessoal. Mas alguns aspectos devem ser tidos em conta para conseguir um maior aperfeiçoamento, tais como:

  • Usar palavras simples ou frases simples para informação;
  • Usar fontes (tipo de letra) facilmente legíveis;
  • Usar cores para separar ideias diferentes;
  • Usar símbolos e imagens sugestiva;
  • Usar formas diferentes para diferentes grupos de informaçã;
  • Usar setas para mostrar relações de causa e efeito;

Mapas Conceptuais (2)

Aplicações dos Mapas de Conceitos

Pela sua natureza, os mapas conceptuais, integrando princípios pedagógicos construtivistas constituem uma via interessante para a aprendizagem significativa. Assim, das múltiplas aplicações possíveis podemos referir:

  • Exploração do que os alunos já sabem – Do ponto de vista pedagógico e numa perspectiva construtivista, o conhecimento do “ponto de partida conceptual” facilitará o processo de aprendizagem. Os mapas de conceitos constituem um excelente recurso para explorar e valorizar o que os alunos já sabem.
  • Roteiro de aprendizagem – Mostrando relações entre significados, tal como um mapa de estradas ou roteiro de viagem mostra a relação entre lugares, os mapas de conceitos são igualmente úteis enquanto suporte ao traçado de roteiros de aprendizagem. Recorrendo à mesma metáfora, é possível obter roteiros de aprendizagem a diferentes escalas construindo mapas de conceitos gerais (abrangentes) e mapas de conceitos de pormenor.
  • Preparação de trabalhos escritos ou de exposições orais – Organizar ideias e comunicá-las não é para a maioria dos alunos uma tarefa fácil. A elaboração de mapas conceptuais ajuda a ultrapassar dificuldades na “relação com a folha em branco”.
  • Extracção dos significados de trabalhos de laboratório e de campo e de livros de texto (ou artigos de jornais e revista) – Podem contribuir para que os estudantes não só adquiram conhecimentos significativos a partir das experiências de campo, como os ajudam a ter atitudes positivas e a agirem de forma adequada durante a experiência e depois dela. Podem também ser de grande utilidade na compreensão de livros de texto escolares mas também na compreensão e interpretação de obras literárias ou mesmo de artigos de jornais e revistas.
  • Extracção dos significados – Os mapas conceptuais como ponto de partida preparatório e/ou como síntese posterior.

Fonte: Novak, J.D., & Gowin, D.B. (1984). Learning how to learn. New York, N.Y.: Cambridge University Press. (traduzido em Português pela Plátano,1999)