Aprender com os filmes

Apesar de estarem sempre à mão, ou quase, a utilização dos filmes como recursos de aprendizagem nem sempre é feita de uma forma coerente. Sugerimos o site Film Education que, de uma forma clara, nos dá uma nova perspetiva de como os professores podem utilizar o cinema para dar às suas aulas outra dimensão, utilizando de uma forma racional um recurso que faz parte da cultura contemporânea, a partir da mais tenra idade.

O cinema é, sempre foi, um instrumento privilegiado de divulgação, de conhecimento, de saberes, de informação, de vivências. Os filmes revelam-se como ferramentas poderosas que ajudam os alunos a compreender e a aceder ao mundo e outros mundos, reais ou imaginários.
Incentivar os jovens a aprenderem através da visualização, cultivando o seu sentido crítico, e desenvolvendo as suas capacidades de discernimento, análise e de apreciação é uma tarefa que está no topo dos objetivos da Film Education, uma associação sem fins lucrativos localizada no Reino Unido.
O site da Film Education oferece recursos de ensino premiados, de formação de professores e de utilização de filmes como suporte curricular.

A Film Education foi fundada há 25 anos e conta com a participação de inúmeras produtoras cinematográficas britânicas, tendo como objetivo principal, não apenas utilizar os filmes como recursos educativos, de uma forma genérica, mas também trabalhar na melhoria da qualidade da cultura cinematográfica dos estudantes.
No Reino Unido, participam anualmente nas ações da Film Education mais de 450 mil crianças, nomeadamente através da realização da Semana Nacional de Cinema na Escola.
Parte dos recursos são de acesso gratuito, em que se conta uma vasta gama de áreas do currículo e clipes de filmes, notas para os professores e atividades.
A isso, junta-se uma filmoteca com uma grande variedade de filmes, acompanhados de fichas de atividades e trabalho, tanto para o professor como para os alunos.

Para cada filme, o site disponibiliza um conjunto de recursos, em que se conta a visualização de extratos do filme, atividades diversas e um guia para o professor.

Ver, por exemplo o trabalho feito com o filme O Discurso do Rei

2 maneiras de fugir à ditadura do Microsoft Word – grátis

Se há coisa que não falta aos diversos sistemas operativos é processadores de texto. Claro que quando o termo “Processador de Texto” vem à baila, associamos logo a coisa a “Word”, “Microsoft Word”, documentos “.doc”, etc. O problema é quando queremos uma coisa simples que nos concentre na escrita, nos livre das distrações, não nos dando sugestões parvas, formatações que não pedimos, atrapalhando o nosso processo criativo, fazendo-nos perder tempo.
Desde o aparecimento dos computadores que os processadores de texto, em especial o Word da Microsoft, ganharam competências cada vez mais elaboradas, o que, se por um lado, nos vem ajudar em muitas tarefas, muitas vezes só complicam. Por isso, é bom ter sempre à mão algo que seja simples, funcional, que nos remeta para o essencial.
Sugerimos por isso, hoje, dois processadores de texto alternativos, do mais simples que há, com versões para Windows e Macintosh. Dois programas que têm como função única e primordial fazer com que nos concentremos no processo criativo da escrita, eliminando todo o ruído que possa haver à volta. Uma opção deste género permite-nos organizar o trabalho assumindo tarefas distintas: à escrita o que é da escrita, à apresentação o que é da apresentação.

Writeroom (MAC) Dar­kRoom (PC)-

O WriteRoom, para computadores Macintosh, é um processador de textos que faz lembrar os computadores da década de oitenta, quando os editores de texto consistiam num ecrã preto, com letras a verde e com praticamente nenhuns recursos de formatação. O WriteRoom pode ter o fundo de ecrã e as letras da cor que quisermos e guarda os textos em formato txt.
O DarkRoom é o clone para windows do WriteRoom. Funciona da mesma maneira, com as mesmas ferramentas e os mesmos propósitos.
Quando se executa o programa, a área de trabalho do computador é ocupado por uma mancha preta, no meio do qual se vê o cursor verde a piscar, pronto a escrever. Para quem não gostar desta combinação de cores, a imaginação é o limite. Basta ir às preferências do programa e escolher as cores. O caminho mais fácil é clicar na tecla ESC, que dá acesso ao menu de configurações.
Simples, clássico, despido de preconceitos, o WriteRoom é bastante eficiente e estável. Apesar das limitações, é um editor de textos bom no que faz. Para que se concentre na escrita.

OmmWriter – (MAC & PC) –

 

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Como usar o Power Point

Por tudo e por nada se recorre ao Power Point. Em grande número de vezes, no entanto, as apresentações são um verdadeiro desastre.

Já aqui tivemos um video mostrando o que não se devia fazer com essa ferramenta indispensável das apresentações. O video, todavia, foi retirado do Youtube. Daí alterarmos este post para uma mensagem afirmativa: Como usar correctamente o Power Point (e outras ferramentas semelhantes).

Lembrar Paulo Freire

Lembrar Paulo Freire faz-nos sempre bem. Os mestres servem para isso mesmo. Para nos fazer lembrar que, apesar de toda a tecnologia, o mais importante é sempre o homem.

Paulo Freire O Pedagogo da Liberdade

Videos educativos online

Não é preciso estarmos sempre a inventar a roda. Muitas vezes perdemos imenso tempo na procura de soluções para melhor desenvolvermos o nosso trabalho, quando, na maioria dos casos, a solução passa pelo trabalho colaborativo, pela participação em projectos, de onde se pode retirar muito mas também onde o nosso contributo é sempre apreciado.

Se o Youtube é o pai de todos os sítios ligados ao video,  schooltube é especializado em assuntos relacionados com a educação, destinado a estudantes e professores. Um sítio onde se podem encontrar muitos recursos, mas também onde podemos partilhar os nossos trabalhos.

O sítio possui ainda uma comunidade de educadores para troca de conhecimentos, experiências e sugestões, além de exenp0los diversificados de interligação da tecnologias na comunidade educativa

Veja um exemplo:

5 ferramentas gratuitas fundamentais para qualquer professor

1Zoho:- Trabalhar online

Com duas dúzias de aplicações, 12 de produtividade e colaboração e outras doze mais específicas para os negócios, a plataforma de trabalho colaborativo ZOHO é hoje um instrumento fundamental para pequenos negócios e para uma escola que se quer participativa, sem limitações impostas pela distância física.

2Webquests – Aprender a ensinar

Webquest: Um desafio aos professores para os alunos. Um espaço onde se ensinam os professores a preparar com objectividade e clareza trabalhos de pesquisa orientada. Evitar o lixo que encontramos na net é fundamental para que os alunos não se percam em inutilidades, em má, incorrecta ou falsa informação, levando-os aos sítios que sabemos, de antemão, que há mais valias.

3 Calameo – Mostrar e partilhar trabalho


Simples e atractivo o Calameo transforma os nossos documentos word, pdf ou powerpoint num livro online que se desfolha como se passam as páginas de um livro fisicamente. Uma montra ideal para publicar trabalhos, individuais ou colectivos.

4WordPress : Mais do que um blogue


Wordpress é o espaço por excelência dos blogues páginas pessoais, espaço de reflexão e imagens ou de participação. Mais completo que o blogger (onde esta página está instalada) oferece mais capacidades e alternativas em termos de organização, sendo mais flexível na criação de páginas estáticas e a colocação de textos, filmes e imagens.

5Timerime – Controlar os tempos

Criar linhas do tempo. Ferramenta interessante, não apenas para os professores de história mas para sequencializar quaisquer acontecimentos, de uma forma animada, com a possibilidade de integração em blogues e websites. Veja no video como elaborar.

Utilizar o Google Docs (2)

A possibilidade de criar formulários utilizando o Google Docs é uma das vantagens mais significativas desta ferramenta, não apenas pela simplicidade da sua elaboração, mas também pela forma com os resultados são revelados, dando, de imediato, um quadro estatístico sobre os resultados.

Comece por visionar o filme: