Os artigos mais lidos: Março 2013

Relação dos artigos mais vistos neste blogue durante o mês de Março.

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  1. 10 programas de software livre para desenho 3D
  2. Mais 20 coisas que nunca devemos postar no Facebook
  3. 10 programas de Desenho com software livre
  4. 8 plataformas gratuitas para ensinar e aprender online
  5. 5 sites para editar e criar imagens online
  6. 10 sítios para criar gráficos online
  7. Como partilhar um Powerpoint e PDF no Facebook
  8. O Prezi como alternativa ao Power Point
  9. 10 sítios para fazer animações online
  10. 5 sítios para criação de conteúdos multimédia na sala de aula

Espero que todos os seguidores tenham tido uma Páscoa alegre e retemperadora para os desafios que aí vêm. Continuação de bom trabalho.


7 dicas para criar Powerpoint de arrasar

Um dos “pecados” mais frequentes nas apresentações, que a linguagem comum confunde com Powerpoint, tem a ver com o cansaço que as mesmas causam devido à sua má conceção, erros estéticos, de estilo, de mensagem, de conteúdo.
Conselhos há muitos, mas há uns mais do que outros. Encontramos uma apresentação que, apesar de um pouco longa, dá pistas simples, eficazes que ensinam a “falar com a imagem”, transformando o Powerpoint, ou outro programa similar (os conceitos são válidos para qualquer software com o mesmo objetivo) numa ferramenta mais eficaz, alegre, até divertida, desde que tenhamos em conta os princípios básicos que regem a sua estrutura e o seu objetivo. O documento está em inglês mas mesmo para aqueles que, como eu, não são peritos na língua mais falada no mundo, é possível extrair os seus ensinamentos e conselhos sem qualquer dificuldade.
A apresentação é de Eugene Cheng e o mínimo que se poderá dizer é que é BRILHANTE.

Vale a pena espreitar.

eTeacher: Academia de idiomas online

Aprender ou melhorar o domínio de uma língua utilizando a internet é cada vez mais um ato banal. Há muitas ofertas, umas mais profissionais do que outras, com certeza qualquer uma com méritos, pelo que, na hora de optar há que avaliar com cuidado.
O destaque de hoje vai para a eTeacher. A sua oferta não é grande em termos de idiomas, já que o seu foco, para além do inevitável inglês, vai para línguas “esquecidas” por assim dizer. Estão neste caso, o chinês, o hebraico moderno, hebraico bíblico, aramaico e Iídiche. O que não deixa de ser uma excelente oportunidade, para não dizer aventura, para se envolver noutras culturas, interpretações e conhecimentos. Continuar a ler “eTeacher: Academia de idiomas online”

ECID – Estudar à distância de um clique

Já todos sabemos que nunca foi tão fácil estudar, adquirir conhecimentos, atualizar-se como hoje. A internet e toda a sua panóplia de ferramentas dão-nos hoje a possibilidade de saltar as fronteiras físicas e estar em qualquer parte do mundo à distância de um clique. Também por isso, a desculpa de outros tempos dos custos (financeiros, sentimentais. etc) que uma deslocação para efeitos de aprendizagem implicava deixou de ter razão de ser.
Se focarmos a nossa atenção na língua inglesa, a oferta de cursos online é praticamente inesgotável, não apenas com formação paga como gratuita.
Hoje voltei a minha atenção para a formação em língua portuguesa e para a oferta disponibilizada pela ECID Qualificação Profissional, uma entidade brasileira que disponibiliza centenas de cursos online e por isso mesmo acessíveis a partir de qualquer parte do mundo, em particular aquela que fala a língua de Camões.

Plano Educação

Os cursos disponibilizados pela ECID – Qualificação Profissional, abrangem várias áreas do conhecimento e estão orientados para inúmeras atividades profissionais, em que se destacam a Indústria, Administração de Empresas, Idiomas, Imobiliário e Urbanismo, Construção Civil, Saúde e Beleza, Culinária, Ciências Sociais, e, naturalmente, Educação.
A empresa possui mesmo um Plano Educação. Um pacote com mais de 600 cursos onde cada um pode estudar o que quiser, onde quiser a qualquer hora do dia, com a possibilidade de ser partilhado com toda a família. Um plano que permite o acesso simultâneo e ilimitado a todos os cursos durante oito meses.
Este produto é destinado a gestores públicos, fundações, empresas, sindicatos, associações de funcionários, telecentros e fidelização de clientes ou às famílias.

Ensino qualificado

A ECID foi criada no ano de 2005, com o objetivo de, por meio do conceito de Inteligência Educacional, desenvolver sistemas de ensino qualificados e adaptados à realidade brasileira.
Tendo como premissa a excelência e como conceito das suas ações a inteligência aplicada aos desafios apresentados pelo setor de educação, a ECID contribui para a transmissão de conhecimentos e formação de profissionais competentes.
Com sede em São Paulo, Brasil, a ECID assenta a sua atividade em algumas premissas relevantes: melhor interatividade, melhor preço, maior comodidade, maior competitividade, disseminação do conhecimento e agilidade na compra.
A produção da empresa está pautada na preparação e formatação de conteúdos para cursos, livros, vídeoaulas e plataformas educacionais, sempre de forma integrada e complementar.
Todos os cursos além das vídeoaulas têm livro e DVD ou livro digital.
No total, são mais de 4500 cursos nas mais variadas áreas que alcançam todas as classes sociais, etárias e profissinais.
A ECID tem alunos em praticamente todos os países que falam a língua portuguesa, assim como em Espanha, África do Sul, Itália, Alemanha, Irlanda, Estados Unidos, Japão e China.
São parceiros da ECID a Universidade de São Paulo e o Centro Universitário de Araraquara.
A ECID é membro da Associação Brasileira de Ensino à Distância.

Ligação: ECID- Qualificação Profissional

III Jornada Educação à Distância: o futuro da arte

O inevitável encontro entre educação e tecnologia estará em debate no próximo dia 6 de Abril na Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, Brasil, na III Jornada Educação à Distância, subordinada ao tema “O futuro da arte”.

Este evento, organizado pela Artesanato Educacional e coordenadado por João Mattar, vai reunir especialistas no uso de tecnologias na educação e ensino à distância.

“Onde estamos e para onde caminhamos em Tecnologia Educacional e Educação a Distância? Redes Sociais, MOOCs, Tablets, Mobile Learning, Design Instrucional, Marketing de Busca, SEO, SEM, TDICs, Linguagens Líquidas, Educação Ubíqua, PLEs e Formação de Professores, dentre outros temas, serão debatidos por você e pelos principais especialistas no Brasil.”
O desafio não é simples mas exige respostas. Respostas que se esperam sejam dadas pelos contributos dos professores, educadores, estudantes, profissionais da area informática, gestores e todos os que se interessam pelo tema, público alvo da jornada.

Talk show

O evento não se resumirá à tradicional modalidade da palestra. Adotará o talk show como forma de socializar o conhecimento. A ideia é promover um cara a cara entre alguns dos maiores pesquisadores brasileiros em tecnologias aplicadas à educação, a exemplo de Lúcia Santaella (PUC-SP e USP), com mais de 30 anos de pesquisa na área de comunicação e semiótica, e João Mattar, um dos maiores especialistas brasileiros em agitação e articulação de redes sociais. Durante o talk show, será feito um retrospecto da carreira de Santaella, com provocações teóricas a respeito de seus principais conceitos como o de linguagem líquida e da possibilidade de, por meio das redes sociais, tornar a educação omnipresente.
Mattar falará sobre os desafios para uma incorporação bem-sucedida dos jogos e das redes sociais nos ensinos fundamental, médio e superior, bem como no âmbito empresarial. Refletirá ainda sobre os procedimentos e implicações dos cursos online abertos para públicos massivos, fenómeno que começa a ganhar espaço no Brasil.
A participação no evento é paga. Todavia, os interessados poderão seguir a jornada através das redes sociais, nomeadamente do Facebook e do Twitter.

Ligações:

Ciência 2.0 – conhecimento em rede

O Ciência 2.0, projeto de comunicação de ciência multiplataforma, desenvolvido na Universidade do Porto, tem como objetivo fundamental promover um maior diálogo entre ciência e sociedade, abrindo ao público a possibilidade de participar com conteúdos de divulgação científica.
Astronomia, Ciência e Arte, Ciência Forense, Geologia, Física, História, Psicologia Química Saúde e Tecnologia constituem os temas do portal que pretende “comunicar a ciência em diferentes formatos e suportes”, tendo para tal estabelecido um conjunto de parcerias com órgãos de informação nacionais, para alcançar públicos mais vastos e diversificados.


Esta sinergia entre diferentes «media», afirmam os seus responsáveis, “permite trabalhar os conteúdos com níveis variados de profundidade e de forma complementar” e, assim, “com esta estratégia multimeios, tornar a ciência próxima do público e aumentar a continuidade dos conteúdos que são produzidos”.

Conhecimento em rede

A comunidade em geral é convidada a participar neste projeto através da submissão de trabalhos, sugestão de temas e ideias, colocação de questões e discussão de conteúdos.
Desta forma, pretende-se fomentar o espírito colaborativo do público assim como promover um verdadeiro “Conhecimento em rede”.
Uma viagem breve pelo portal permite-nos perceber rapidamente o alcance de algumas iniciativas, como sejam as respostas científicas a algumas questões do dia a dia, nas suas categorias de dossiês, reportagens, entrevistas, perguntas e respostas, e mitos ou verdades.
Do mesmo modo, são disponibilizados recursos educativos e alguns desafios, em espec ial na área da Matemática.
Todos os meses, é publicada uma Newsletter digital, que pode ser consultada diretamente.
Em parceria com a editora “Gradiva Publicações, S.A.”, o Ciência 2.0 está a organizar um conjunto de seis concursos subordinados ao tema “Uma ideia para ler”, que terão lugar nas redes sociais (Facebook e Google +) do projeto. Neste ano de 2013, será lançado um concurso de dois em dois meses atribuindo aos vencedores de cada passatempo um livro da coleção “Ciência Aberta”.
O projeto é co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e do Programa Operacional Fatores de Competitividade (COMPETE) e por fundos nacionais através da Ciência Viva.

Ligações:

10 sítios com imagens de utilização gratuita

Educar para os valores deve ser, em qualquer circunstância, uma preocupação permanente de todos os docentes. Nesse sentido, educar os jovens estudantes a utilizar materiais, sejam textos, imagens, filmes, desenhos, etc, respeitando os direitos de autor, deve estar também na primeira linha das preocupações.
Tal caminho é importante não apenas pelo respeito para com os criadores, mas também pela responsabilidade que cada um deve ter quando os utiliza, ao mesmo tempo que valoriza o trabalho de cada um e também uma tomada de consciência para o nosso próprio trabalho e para os direitos que temos sobre aquilo que produzimos.

Alguns posts atrás, fiz referência a um sítio com imagens Creative Commons. No entanto, há na internet muitos lugares onde é possível obter boas imagens de qualidade de utilização livre, sem infringir qualquer lei nem atentar contra os direitos dos seus legítimos autores. Escolhemos 10.

Author: Jon Sullivan: http://www.public-domain-photos.com/travel/yellowstone/morning-glory-pool-4.htm

Pics4Learning

Pics4Learning é um repositório de imagens livre especialmente pensado para utilização em questões de educação e ensino. Alunos e professores podem utilizar as fotografias e imagens na turma, em projetos multimédia, web sites, vídeos, portefólios ou em qualquer projeto de cariz educativo.

Wikimedia Commons

A Wikimedia Commons disponibiliza mais de 16 milhões de imagens de utilização livre e gratuita. Algumas imagens exigem que o autor seja citado, sempre que é utilizada. Nada mais justo.

Stock Xchng

Stock Xchng é um repositório de imagens de autor, com mais de 350 mil fotos de cerca de 30 mil fotógrafos de todo o mundo. Em alguns casos, devidamente assinalados, a utilização das imagens obriga à referência do seu autor.

Freerange Stock

Freerange Stock é um sítio criado com o objetivo de recolher fotos de alta qualidade. Qualquer pessoa pode submeter as suas fotografias para aprovação. Todas as fotos são de utilização livre e os seus autores são pagos através dos cliques dados pelos utilizadores.

Imagens de domínio público

PublicDomainPictures.net é um repositório de fotos gratuitas de domínio público.
São mais de Mais de 30 mil imagens organizadas por categorias. Disponível em várias línguas, entre as quais a portuguesa.

Public Domain Photos

Public Domain Photos tem disponíveis 5 mil fotografias e 8 mil clip art de utilização gratuita, tanto pessoal como comercial.

PD Photo

PD Photo é um repositório de imagens para utilização gratuita, embora haja sempre a recomendação de fazer referência aos seus autores, em especial em trabalhos de cariz comercial.

Cepolina

Cepolina disponibiliza cerca de 20 mil fotografias originárias de todo o mundo, organizadas em cera de 1400 categorias, como plantas, animais, carros, alimentos, etc. Cada imagem pode ser guardada em sies formatos diferentes (até 1600×1200 pixels).

Bigfoto

Bigfoto.com é um sítio, existente desde o ano 2000, que disponibiliza imagens com boa qualidade, tanto para uso pessal, como comercial, de forma gratuita. A maioria das imagens é de fotógrafos amadores que gostam de ver as suas fotografias partilhadas na internet.

Pixabay

Pixabay, como já aqui falámos num post anterior, fornece mais de 65 mil imagens de alta qualidade, de utilização gratuita.

5 sítios para criação de conteúdos multimédia na sala de aula

São muitas e variadas as ferramentas disponíveis para a criação de conteúdos e posterior partilha. Selecionei 5 sítios de aplicações online que poderão ser úteis tanto a professores como alunos. Todos eles têm em comum, a exemplo de outras aplicações de que aqui já falámos, recolher, criar e partilhar.

Floost

Floost é um sítio com informação própria onde podemos incorporar informações de interesse que podemos encontrar na internet. Pode-se criar um sítio, semelhante a um blogue, onde podemos incorporar entradas de texto, áudio, vídeo, imagens, ligações, assim como procurar temas na própria plataforma que nos interessem e incorporá-los no nosso blogue. A apresentação visual é semelhante a uma revista com artigos diferentes.

Endereço: http://floost.com/

Tackk

Tackk é uma aplicação web que permite a criação fácil e rápida de conteúdo multimédia na web. Tem diferentes écrãs com temas específicos em função do que queremos transmitir. Podemos adicionar fotografias, texto, áudio, vídeo, mapas …
Podemos ainda integrar outros elementos multimédia através da conexão com serviços como o Youtube, Vimeo, Instagram, Soundcloud ou Spotify.

Endereço: http://tackk.com/

Nota

Nota é mais uma ferramenta que se pode utilizar em aula para criação de conteúdos. De forma fácil e intuitiva, o sítio funciona no conceito de arrastar e largar os elementos multimédia num painel tipo poster.

Endereço: http://notaland.com/

Storify

Storify é uma ferramenta de utilização muito fácil. Trata-se de criar conteúdo na web tendo como base diferentes fontes, tipo Twitter, Facebook, Flickr, Google, RSS, blogues ou páginas web.
À primeira vista poderemos perguntar, para quer serve isso, se já está tudo nos outros lugares? Bem, o que o Storify faz é agregar no mesmo espaço diferentes fontes sobre um determinado tema, simplificando a busca. Num trabalho de turma, as suas vantagens são óbvias, já que as potenciais perdas de tempo à procura de diferentes fontes é anulada com a concentração num único lugar daquilo que queremos estudar.

Endereço: http://storify.com/

Spaaze

Spaaze é mais um serviço web 2.0 com grandes potencialidades na educação. A ideia é reunir, organizar e partilhar conteúdo. O Spaaze pode ser utilizado para guardar marcadores e recortes web, colecionar ideias sobre um tema, realizar chuva de ideias, gerir projetos e, não menos interessante, criar uma página web.

Endereço: http://www.spaaze.com/

A aplicação do modelo TPACK no ensino

Integrar recursos e ferramentas TIC no processo de ensino e aprendizagem não é tarefa fácil. Por isso,é necessário que os professores estudem bem a sua realidade e adoptem um modelo de integração.
O Conhecimento Tecnológico Pedagógico de Conteúdo TPACK (sigla em inglês para Technological Pedagogical Content Knowledge) é uma metodologia para entender e descrever os tipos de conhecimentos necessários a um professor para a prática pedagógica efetiva em ambientes de aprendizagem equipados com tecnologia.
O conceito de conhecimento pedagógico (PCK) foi descrito pela primeira vez por Lee Shulman (1986) e a metodologia TPACK foi elaborada a partir dessas ideias centrais, com a inclusão da tecnologia.

TPACK pt BR

A metodologia TPACK argumenta que uma integração efetiva da tecnologia no processo de ensino aprendizagem requer entendimento e negociação entre Tecnologia, Pedagogia e Conteúdo.
O professor que for capaz de abordar estes componentes de uma forma integrada, conseguirá uma visão mais ampla do que o conhecimento de um especialista de uma disciplina (por exemplo, um cientista, um músico ou um sociólogo), um especialista de tecnologia (um cientista de computação) ou um especialista em ensino/pedagogia (um educador experiente).
Esta metodologia TPACK salienta as complexas relações que existem entre o conhecimento das áreas de conteúdo, pedagogia e tecnologia e pode ser uma estrutura organizacional útil para definir o que os professores precisam saber para integrar a tecnologia nas suas práticas de maneira efetiva.
Tratando-se de um quadro exigente, esta metodologia está, no entanto, a tornar-se mais popular com um método de organização para programas de desenvolvimento profissional, tecnológico e educacional para professores.

No vídeo que se segue (com subtítulos em espanhol) Judi Harris (College William and Mary, Virginia) resume os princípios fundamentais da metodologia TPACK.

5 ferramentas 2.0 para escritores

Quando Platão começou a escrever o pensamento de Sócrates, este terá dito que tal ato iria mudar radicalmente a forma de pensar e de transmitir os saberes. Uma espécie de verdade lapalisseana que continua a ser verdadeira quando, de uma forma ou de outra se altera a forma de registo das coisas.
Da pena à caneta, da caneta à máquina de escrever, desta ao teclado do computador, do computador ao telefone, das teclas à voz, etc… vai um percurso em crescendo a que muitos de nós, independentemente do grau de adaptabilidade às novas tecnologias, nem sempre temos a capacidade de adaptação potencialmente desejável. Continuar a ler “5 ferramentas 2.0 para escritores”