Boas Festas, Feliz Natal

A todos os amigos, simpatizantes e visitantes do Professor TIC, desejamos Boas Festas e um Feliz Natal.

 

Tão alto pus a esperança

Tão alto pus a esperança
(Como se fora uma estrela)
Que o meu olhar, para vê-la
Já não dorme nem descansa.

E essa luz no céu avança
Avança oculta, mas bela.
Assim o olhar, para tê-la,
Nunca a esperá-la se cansa.

Passem meses, rodem anos,
Enganos e desenganos,
Que eu ficarei modo e absorto.

Talvez a luz em mim chegue
Um dia, e os olhos me cegue…
Mas luz de um astro já morto.

Cabral do Nascimento,
Descaminho, Lisboa, 1969

15 coisas que serão obsoletas na Educação até 2020

Os próximos 10 anos serão de mudanças profundas na Educação, a todos os níveis. Nada que tenha a ver com a crise que vivemos, mas com a revolução digital que se acelera todos os dias.
Há cerca de um ano, a escritora Shelley Blake-Plock publicou um artigo no seu blogue Teacher 2.0, intitulado, “21 Things That Will Become Obsolete in Education by 2020”. Mais adaptado à realidade portuguesa, selecionei e adaptei 15 tópicos que vão no mesmo sentido. Talvez ajude a ultrapassar a depressão portuguesa de 2012 e 2013. Sem cinismo.

1. Mesas
O século 21 não se encaixa nada em mesas alinhadas. A educação vai reforçar os conceitos baseados em redes de fluxos, colaboração e dinamismo que vão reorganizar o espaço das aprendizagens, tornando obsoletas as filas de mesas e cadeiras características das nossas salas de aula fabris.

2. Laboratórios de Línguas
A aprendizagem de um língua estrangeira vai estar (já está, para quem quiser) à distância de um smartphone. Mais espaço disponível nas escolas.

3. Computadores
As salas de computadores, muitas vezes encostados às paredes, serão como que peças de museu. Os portáteis, tablets, smartphones e outros dispositivos vão limpar os velhos ecrãs, as torres e os emaranhados de fios. Mais espaço.

4. Trabalhos de casa
A educação será pensada e trabalhada 24 horas por dia, 7 dias por semana. Os limites tradicionais entre a escola e a casa tenderão a desaparecer. Como disse alguém, não precisamos de crianças para irem à escola; precisamos delas para aprenderem mais. A aprendizagem será contínua e em movimento. (ver o ponto 3).

5. Instrução massificada
Nos próximos 10 anos o professor que não souber utilizar a tecnologia para personalizar e diferenciar a aprendizagem dos seus alunos será “carta fora do baralho”. A diferenciação será tão natural como respirar. O professor de massas acabou.

6. Medo da Wikipedia
Wikipedia é a maior força democratizante no mundo actual. Se os professores têm receio em deixar os alunos utilizá-la, está na hora de olhá-la de frente sabendo que com este ou outro nome a Wikipedia vai continuar a crescer exponencialmente. Talvez esteja na hora de cada um também dar o seu contributo.

7. Manuais em papel
Os livros são agradáveis, mas, daqui a dez anos, toda ou quase toda a leitura será feita através de meios digitais.

8. Cadernos, lápis, canetas… papel
Provavelmente não vão acabar, mas com toda a certeza vão diminuir e muito na quantidade. As crianças aprenderão a escrever e a desenhar em dispositivos digitais e a grande maioria dos trabalhos, testes e exames poderão ser feitos da mesma maneira. A floresta agradece. Quem não perceber e se adaptar… desaparece.

9. Pastas
Já hoje, em muitas das nossas escolas, que necessidade têm as crianças e os jovens de andarem com bolsas pesadas às costas com custos associados à sua saúde? Com livros e cadernos digitais… as pastas escolares serão cada vez menos pesadas até desaparecerem. As colunas vertebrais agradecem.

10. Departamentos TIC
Um fim à vista. As TIC não serão uma especialidade. As TIC serão a realidade, as ferramentas essenciais de todos os professores e educadores. Todos os agentes da educação e formação terão competências TIC elevadas. Com a afirmação do “Cloud Computing”, a qualidade e aumento da cobertura sem fios e o acesso via satélite, coisas agora “tão importantes” como software, segurança e conectividade serão coisas do passado.

11. Instituições centralizadas
Os edifícios escolares vão transformar-se em centros de aprendizagem e não em locais onde toda a aprendizagem acontece. Os edifícios serão menores, os horários dos professores e alunos irão mudar para permitir que menos pessoas estejam na escola de uma só vez, abrindo caminho a um ensino mais experimental, vivencial, fora do ambiente escolar.

12. Níveis de ensino
A educação vai tornar-se mais individualizada, abandonado significativamente a estrutura dos níveis de ensino tal como os conhecemos hoje. Os alunos serão associados por interesses, seguindo cada um uma aprendizagem especializada. (ver ponto 5)

13. Escolas e professores “atecnológicos”
Escolas e professores que não utilizem as tecnologias estarão condenados ao fracasso. As primeiras a fechar. Os segundos a mudar de profissão.

14. Normas Curriculares
As normas curriculares actuais integram enormes bloqueios à diferenciação da aprendizagem, imagem de marca da educação do futuro. A raiz da mudança curricular será as escolas do ensino básico como fornecedoras de conteúdos fundamentais e as dos níveis superiores com a oferta de aprendizagens especializadas.

15. Reuniões de pais e professores à noite
As ferramentas já hoje disponíveis para comunicação virtual tornarão as reuniões “físicas” uma raridade. De uma forma ou de outra, os pais vão obrigar a escola a utilizar a tecnologia para comunicar. Não vá. Ligue-se.



10 melhores programas de proteção contra o cyberbullying

O cyberbullying constitui a ameaça mais forte que as crianças e os jovens enfrentam ao navegar na internet. Nos últimos dois artigos sobre este tema falamos sobre a natureza dessa ameaça e do que se pode fazer para evitá-la, ou pelo menos minorá-la. Depois de uma busca por vários sites de referência, selecionamos 10 programas de proteção contra o cyberbullying. O melhor que há, com versões para windows e alguns também para MAC, com preços que variam entre os 24,5 os 99,95 dólares.

1 – WebWatcher 7
WebWatcher7

2 – Profil Parental Filter 2
Profil Parental

3 – Net Nanny
Net Nanny

4 – Spytech SpyAgent
SpytechSpyAgent

5 – Spector Pro
Spector Pro

6 – eBLASTER
Eblaster

7 – PC Pandora Pro
PC Pandora Pro

8 – Elite Keylogger
Elite Keylogger

9 – CYBERsitter
CYBERsitter

10 – IamBigBrother

Iambigbrother

18 ideias para prevenir e combater o Cyberbullying

É vasta a literatura presente na net sobre as o fenómeno do Cyberbullying. No post anterior falamos sobre as suas ameaças e que meios utiliza na internet. Hoje, propomos um conjunto de ideias que, em separado ou em conjunto, nos podem ajudar, pais e filhos, professores e alunos, a desfrutar dos prazeres da net sem sermos ameaçados por mentes tortuosas.

1 – Conheça as armas de combate ao bullying. Navegue pela Internet e informe-se acerca de todos os meios de combate à disposição do cibernauta.
2 – Fale com os filhos ou educandos. A comunicação entre o jovem e as pessoas envolvidas na sua educação ajuda a evitar o isolamento e o segredo quando um problema destes se instala.
3 – Mantenha os computadores em locais comuns da sua habitação. Este cuidado refere-se aos computadores com acesso à Internet.
4 – Seja seletivo no tipo de informação pessoal que partilha A informação pessoal inclui nomes, amigos, família, endereço, número de telefone, escola, local de trabalho, assim como fotos, números de identidade, códigos de acesso, etc. Ensine ao seu educando os perigos de fornecer dados pessoais a terceiros, tais como o roubo de identidade.
5 – Não acredite em tudo o que lê. Lá porque alguém diz que tem 15 anos, isso não é verdade absoluta. Há idosos que querem passar por novos, mulheres que se fazem passar por homens e homens por mulheres.
6 – Ensine os seus educandos a serem correctos na Internet. Insista na boa educação, seja online ou no dia-a-dia. Um dos efeitos do cyberbullying pode levar a vítima a retaliar e tornar-se, ela mesma, numa praticante de cyberbullying.
7 – Não envie mensagens quando está irritado com alguém. Acalme-se primeiro, pense que deve escrever. Mensagem enviada é como pedra fora da mão. Não tem retorno.
8 – Seja cuidadoso nas mensagens de estranhos. Ensine os seus filhos a nunca abrirem sozinhos mensagens de desconhecidos.
9 – Siga os seus instintos. Se desconfia de algo, prepare as suas defesas.
10 – Não esteja sempre online. Faça um intervalo. Ensine os seus filhos a desligar a net de vez em quando. Vá apanhar ar livre com eles.
11 – Mude de conta de correio electrónico ou outras. Se acha que está a ser vítima mude de correio eletrónico e dê conta da mudança apenas aos seus amigos.
12 – Instale software de prevenção de cyberbullying. Se pesquisar na Internet, encontrará alguns programas que poderá instalar no seu computador para ajudar a prevenir este tipo de situação e/ou ajudar a identificar a origem do ataque.”

Se você ou os seus educandos estão a ser vítimas de Cyberbullying…

13 – Lembre-se que não está só. Fale com alguém. É sempre complicado resolver estes problemas sozinho.
14 – Não responda às mensagens que o ameaçam. Responder é ir de encontro aos desejos de quem o quer chatear. Não lhe dê esse prazer.
15 – Apresente queixa na polícia.
16 – Guarde as mensagens de cyberbullying. Embora não sejam agradáveis, estas podem servir de prova caso o assunto assuma proporções tais que seja necessária a intervenção de entidades especializadas.

Que tipo de informação devo guardar para eventual queixa e processo?

17 — Do Correio eletrónico, guarde o endereço do email; data e hora de receção e cópia dos emails com toda a informação original, incluindo os cabeçalhos completos.
18 – Guarde toda a informação que seja relevante publicada em grupos ou redes sociais que o atinjam: URL (endereço web) do grupo onde são publicadas as ofensas; nickname e email de quem o ofende e data em que começou o ataque.

Fontes
http://www.internetsegura.pt/
http://www.cyberbullying.org

As ameaças do cyberbullying

O cyberbullying é, de acordo com a definição mais ou menos consensual, “uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar outrem”. Um problema grave de ataque à privacidade e ao bom nome de cada um, de difícil resolução, que só a educação e o bom senso podem minorar.
Como salienta Luzia de Oliveira Pinheiro na sua tese “Cyberbullying em Portugal:uma perspectiva sociológica“, “o facto do cyberbullying se mover essencialmente na internet contribuiu para que se convertesse num problema mundial. Mas também que fosse mais complexo que o tradicional bullying. A verdade é que os cyberbullies, que são aqueles que praticam cyberbullying, sentem que nunca serão identificados. Daí que a promessa de anonimato oferecida pela Internet seja um grande motor para que este tipo de violência se propague.”
Seleccionamos alguns conceitos, ideias, pistas, que nos poderão ajudar a compreender e ajudar a prevenir o fenómeno.
Apresentamos algumas ideias e recomendamos alguns locais de consulta que consideramos relevantes sobre um tema cada vez mais actual. Centramo-nos sobre tudo no fenómeno da internet.

Que formas pode ter o cyberbullying?
Vejamos alguns dos exemplos mais significativos:

Email – Correio Eletrónico

Devido à facilidade existente no envio de mensagens incógnitas, o email é um dos meios mais utilizados pelos “Cyberbullies” para atingir as suas vítimas.
Muitas vezes, é possível descobrir a origem da conta de email a partir do qual foi enviada uma mensagem. No entanto, é quase impossível provar que uma determinada pessoa realmente usou essa conta de e-mail para enviar mensagens ofensivas. Por outro lado, se as mensagens enviadas de contas com provedores de Internet locais / regionais (ISPs) podem ser mais facilmente rastreadas, as enviadas tendo como base os grandes fornecedores de email, como Hotmail, Gmail, Yahoo,… etc, são de identificação praticamente impossível.

O que pode fazer
É aconselhável a utilização de filtros de correio electrónico que poderão bloquear ou excluir automaticamente mensagens de remetentes indesejáveis. Isto funciona até certo ponto, mas, como a maioria dos utilizadores de email sabe, é quase impossível parar todos os emails indesejados, mensagens como anúncios, etc, SPAM.

Mensagens instantâneas (IM)

Os Cyberbullies podem e usam qualquer um dos diferentes sistemas de IM (MSN, Messenger, Yahoo, …) para enviar mensagens de assédio e de ameaças.
As conversas e os conflitos que surgem on-line muitas vezes dão origem a comportamentos violentos seja na escola ou na rua.

O que pode fazer
Acompanhe o processo de inscrição do seu filho/educando numa conta de IM. Seja cuidadoso na informação pessoal que disponibiliza online. Crie listas separadas de amigos e conhecidos em quem confia. Não aceite toda a gente nos seus círculos.

Salas de chat

As salas de chat são, por excelência, espaços onde, regra geral, as pessoas nem sempre são o que parecem ser. Nesses espaços, os utilizadores podem entrar anonimamente, escrever o que quiserem, verdadeiro ou falso, abrindo espaço a conversas hostis, ameaças, etc. São também espaços onde entram os predadores, estranhos que prometem “ajudar” os jovens e que tentam marcar encontros reais, muitas vezes com objectivos sinistros.

O que pode fazer
Crianças pequenas nunca devem entrar em sala de conversa, a menos que um adulto confiável e responsável ou tutor esteja sentado com eles no computador. Crianças mais velhas poderão visitar salas de chat moderadas por alguém responsável, de forma a evitar situações comprometedoras , confrangedores ou de de carácter ofensivo. As crianças não devem trocar de email com alguém de uma sala de chat ou marcar encontros com alguém sem a autorização dos pais ou encarregados de educação.

Sites da web

Os Cyberbullies podem criar sites da Web para zombar, atormentar e perseguir os outros. Se é relativamente fácil identificar os proprietários dos sites através do seu fornecedor de acesso à Internet (ISP, Internet Service Provider), alguns ISP’s dificultam essa tarefa, não reconhecem eventuais queixas, ignoram ou não respondem a qualquer reclamação. Por outro lado, a oferta de locais para a criação de sites hoje é tão grande, diversificada, cada vez mais simples e pouco exigente, que qualquer pessoa pode criar uma página praticamente anónima e lá colocar o que quiser sem que ninguém o incomode. Desde as páginas tradicionais aos blogues tudo é possível tornando a tarefa se não impossível, pelo menos de difícil resolução.

O que pode fazer

Contra esta torrente, além da denúncia que sempre é possível fazer aos administradores das redes sociais, como o Facebook, o melhor caminho é sempre a prevenção.

Sondagens online

Alguns sites oferecem aos utilizadores a oportunidade de criar sondagens online. Os Cyberbullies podem usar esses sites para criar páginas Web que permitem a votação online para “o mais feio, o mais gordo etc, da escola, do bairro… “.
Embora esses sites afirmem que não toleram o uso de seus sites para tais fins, o que é sempre de elogiar, há sempre quem arrisque. Na verdade, a maioria das páginas não são verificadas pelos administradores abrindo a porta a abusos.

Tecnologias emergentes

Existem muitas tecnologias de comunicação emergentes, tais como Wi-Fi SPOT, ThreeDegrees etc, que estão a tornar mais fácil o acesso à internet, em qualquer lugar, a qualquer hora. Se estes novos meios abrem novas possibilidades de comunicação, são também uma janela aberta à maledicência. Por isso, há que estar atento. Sempre, já que todos temos o direito de ser respeitados e a responsabilidade de respeitar os outros.

Fontes:
http://www.cyberbullying.org/
http://www.bullying.org/
http://www.stopbullying.gov/topics/cyberbullying/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cyberbullying/
http://www.stopcyberbullying.org/index2.html
Textos recomendados:
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Cyberbullying: um desafio à investigação e à formação
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Bullying e Cyberbullying
Cyberbullying: a violência virtual
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Web hosting

Ser professor TIC

Ser professor de Tecnologias de Informação e Comunicação está a tornar-se uma tarefa deveras complicada. Não tem apenas de (utilizando a terminologia tradicional) ensinar com os alunos, como de mantê-los nas suas tarefas, quando as solicitações, nomeadamente da Internet, os cativam cada vez mais. Como se isso não bastasse, um Professor TIC tem de andar sempre um passo mais à frente. Na tecnologia, dos media sociais, nos planos de aula, ao mesmo tempo que tem de garantir que os computadores da escola continuam a funcionar.
Sugerimos então uma breve reflexão que pode ajudar a manter o foco e a melhorar o seu desempenho docente.

Adequação dos programas

Quais são as suas metas e objetivos para aulas de educação tecnológica e como se correlacionam eles com os padrões nacionais?
Ao responder a esta pergunta o professor pode esclarecer se o seu trabalho está ajustado aos padrões nacionais e se isso vai de encontro às necessidades e características da sua escola e dos seus alunos.

Design e Comunicação

Que projetos de websites e vídeo desenvolveu sozinho ou com os alunos? Como é que os enquadrou com com outros padrões académicos?
Um Professor TIC devidamente qualificado deve ser capaz de mostrar e exemplificar o seu trabalho, explicando-o com clareza.

Implementação do Programa

Como é que cativa os alunos para as tarefas escolares e controla o seu comportamento enquanto eles usam a tecnologia?
Ao prestar atenção à resposta a esta pergunta, vai obter uma melhor compreensão das habilidades necessárias à gestão de sala de aula.

Outras Tecnologias

Descreva outras possíveis formas de utilização da tecnologia na sala de aula pelos alunos.
O professor pode usar esta questão para demonstrar o seu domínio da tecnologia, desde a sua criação até à sua implementação e utilização.

Internet

Que sítios na internet acha mais adequados para o ensino? Que sítios recomendaria a outros professores para utilização na sala de aula?
Ao responder a esta questão, o professor está a mostrar a sua familiaridade com a educação na internet.

Desenvolvimento profissional

Você é membro de algum grupo ou sociedade de professores vocacionado para as tecnologias de informação? Como se mantém informado sobre os últimos desenvolvimentos em tecnologia educacional?
Ao responder a esta pergunta, o Professor TIC está a mostrar que leva a sério o seu desenvolvimento profissional e que está atendo aos desenvolvimentos e tendências da educação.

Referências:
Educational Testing Service: Technology Education Test
International Society for Technology in Education