Microsoft Office adopta nova ortografia

A versão portuguesa do Microsoft Office 2010 já chegou às lojas com dicionário para novo acordo ortográfico incluído.
A empresa anunciou a integração de novos corretores para o Acordo Ortográfico disponíveis para os utilizadores do Office 2010 e Office 2007. Os pacotes de aplicações de produtividade incluem o processador de texto Word e a folha de cálculo Excel, entre outras aplicações.
A integração dos novos corretores ortográficos resulta do trabalho desenvolvido nos últimos meses por linguistas nacionais do Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC) e membros do MLDC, o Centro de Investigação e desenvolvimento da Microsoft em Portugal, revela a empresa em comunicado.
De acordo com o comunicado, “A novidade adicional do Office em Português é o facto de incluir, de raiz, o dicionário com a versão do português pré e pós acordo ortográfico, apresentando ao utilizador ambas as formas de redacção para sua escolha e conferindo ainda a possibilidade de este optar pela utilização única de apenas uma das versões”.
O conjunto de corretores ortográficos é disponibilizado de forma gratuita através de atualizações disponíveis no site da Microsoft em: http://www.microsoft.pt/acordoortografico .



TogetherVille, Facebook seguro para as crianças

Com que idade deve uma criança aceder ao Facebook?
A pergunta é cada dia mais colocada por pais e professores desafiados pela dimensão do fenómeno da rede social mais popular do momento. A inevitabilidade do acesso das crianças à internet coloca aos agentes educativos e formativos novos desafios, novas questões para as quais nem sempre a resposta é linear. Tanto mais que redes sociais, como o Facebook, carregam consigo o que de melhor há em termos de relacionamento humano, de formação e de potencial de crescimento, mas também escondem perigos vários, fenómenos pouco recomendáveis que podem levar a situações de descontrolo com efeitos perversos que qualquer educador responsável tudo faz para evitar.
Se a resposta ao problema passa pela proibição, a Dinsey adquiriu recentemente uma rede social destinada especificamente às crianças com menos de 12 anos.
Togetherville é uma espécie de Facebook para miúdos que oferece um ambiente seguro, com envolvimento e supervisão parental. Para garantir a segurança e o controlo, o registo na rede é feito pelos pais, que o podem fazer com a conta do Facebook.
Para quem não conhece, a TogetherVille é uma rede social para crianças com até 12 anos de idade. O serviço existe desde 2008 e é bastante popular por ser totalmente integrado ao Facebook. Possui várias ferramentas comuns a esse tipo de sistema, com áreas para novos amigos, fotos, vídeos e troca de mensagens. Além disso, os jogos estimulam a criatividade e desafiam as crianças, incluindo ganhar insígnias (ou “badges”) para os que têm bom comportamento, tanto online quanto off-line.
A utilização da rede obedece a um conjunto de regras. Por exemplo, ninguém pode usar avatares ou nomes anónimos e os pais têm total autonomia sobre o conteúdo visualizado, podendo monitorar as conversas e autorizar, ou não, uma nova amizade ou contato no perfil dos filhos.
Desde a sua fundação que o Togetherville passou a ser considerado um ponto inicial de treino para as redes sociais, e, ao mesmo tempo, seguro para os que ainda não são maduros o suficiente para ingressar no Facebook.



Página no Facebook

Este blogue tem registado nas últimas semanas um crescimento acentuado, o que me deixa naturalmente satisfeito, prova de que a carolice com que iniciei este projecto é cada vez mais acompanhada por muitos professores.
Como em tudo na vida, o aumento de leitores deverá corresponder, não apenas a um maior nível de exigência mas principalmente um maior grau de interactividade e partilha. É dentro deste espírito que no Facebook criei o grupo “Professor:TIC“, para o qual são convidados todos os leitores e interessados, assim como a página “Professor:TIC“.

Para esta página, os leitores e visitantes são convidados a assinalar o famoso símbolo do Facebook “Gosto”, aumentando assim a visibilidade do blogue e das suas actividades.

Do mesmo modo, gostaria de contar com a participação activa dos professores, em especial dos que estão ligados às TIC. As páginas do blogue estão abertas a todos aqueles que quiserem publicar tutoriais, recomendar sites, software, eventos, ou mesmo manifestar opinião sobre as matérias relacionadas com o site.

Fico à espera.

Curso online de Tecnologias de Apoio para NEE

A Cnotinfor – Centro de Novas Tecnologias da Informação, Lda leva a efeito um curso, totalmente online, de tecnologias de Apoio para NEE, com um total de 16 horas, durante 5 semanas, com uma média de 3 horas por semana.

A iniciativa pretende fazer uma abordagem de várias tecnologias de apoio à comunicação aumentativa e alternativa e das questões de acessibilidade à Internet, ao software e ao computador, assim apresentar e experimentar diversos produtos de apoio disponíveis.
Entre os principais objectivos do curso, conta-se:

  • Conhecer e utilizar ajudas técnicas disponíveis no mercado – software, hardware e periféricos de acessibilidade;
  • Avaliar necessidades de acessibilidade;
  • Conhecer e utilizar tecnologias de apoio à comunicação e aprendizagem no âmbito das necessidades educativas especiais;
  • Conhecer e utilizar sistemas de comunicação aumentativa e alternativa;
  • Adequar a cada indivíduo as ajudas técnicas que potenciem as suas capacidades de comunicação e aprendizagem;
  • Configurar periféricos de acessibilidade e software inclusivo.

Apresentação da formação:

8 plataformas gratuitas para ensinar e aprender online

Cada vez mais escolas e universidades estão a recorrer a plataformas online para ensinar e cativar os seus alunos de forma interativa. Não se pense no entanto que o recursos a essas plataformas exigem custos elevados. Antes pelo contrário. Sugerimos aqui oito plataformas gratuitas que dão outra dimensão ao processo de ensino aprendizagem.

1 – Moodle

Apesar de já haver muita gente que considere que o Moodle já deu o que tinha a dar, esta plataforma continua a ser interessante e uma das preferidas das instituições de ensino. Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment (Moodle) é um software livre, de apoio à aprendizagem, executado num ambiente virtual. O programa é disponibilizado livremente e pode ser instalado em diversos ambientes (Unix, Linux, Windows, Mac OS) desde que os mesmos consigam executar a linguagem PHP. É desenvolvido colaborativamente por uma comunidade virtual, que reúne programadores e desenvolvedores de software livre, administradores de sistemas, professores, designers e utilizadores de todo o mundo. Encontra-se disponível em diversos idiomas, inclusive em português.

Muitas instituições de ensino (básico e superior) e centros de formação estão adaptando a plataforma aos próprios conteúdos, com sucesso, não apenas para cursos totalmente virtuais, mas também como apoio aos cursos presenciais. A plataforma também vem sendo utilizada para outros tipos de atividades que envolvem formação de grupos de estudo, treino de professores e até desenvolvimento de projetos.

2 – ATutor

ATutor é um (LCMS) Learning Content Management System, ou Sistema de Gerenciamento de Conteúdo de Aprendizagem Baseado em Web, Open Source planeado com acessibilidade e adaptabilidade em mente. Os administradores podem instalar ou atualizar o ATutor em minutos. Os Educadores podem rapidamente montar, empacotar, redistribuir os conteúdos instalados e conduzir os seus cursos online. Os estudantes estudam num ambiente de aprendizagem adaptativo.
A plataforma ATutor adotou as especificações de empacotamento de conteúdo IMS/SCORM, permitindo que professores, instrutores e tutores criem conteúdo reutilizável, o qual pode ser compartilhado entre diferentes LCMS. O conteúdo criado noutros sistemas compatíveis com o padrão SCORM pode ser importado para o ATutor e vice-versa, o que se torna uma vantagem muito grande, nomeadamente pelas possibilidades de partilha entre diferentes sistemas.

3 – Claroline

Claroline é uma ferramenta de Ensino a Distância (EaD) e de trabalho colaborativo (Licence GNU|GPL). (Ferramenta de Ensino a Distância (EaD) Open source) que permite às instituições criar e administrar informações online
A ferramenta pode ser descarregada gratuitamente pela internet. É utilizada em 84 países e traduzida em mais de trinta idiomas.

4 – Udemy

Udemy.com é também uma ferramenta de ensino à distância, mais recente, que nos permite criar cursos na web com a possibilidade de adicionar apresentações, vídeos e blogs. Os utilizadores podem inscrever-se recebendo o material correspondente, permitindo participar de forma ativa e, inclusive, divulgar o conteúdo nas redes sociais.

Uma das funções mais interessantes que a plataforma nos oferece é a possibilidade de emitir vídeo ao vivo, mostrando aos alunos e professor em tempo real dentro de um painel de comunicação muito intuitivo.

5 – RCampus

RCampus é um Sistema de Gestão da Educação abrangente online e gratuito que aposta num ambiente de aprendizagem colaborativa.
No RCampus, é possível fazer todos os trabalhos relacionados com a escola, nomeadamente a construção de sites pessoais e de grupo e a implementação de cursos, ePortfolios, comunidades académicas, etc. O RCampus fornece todas as ferramentas que se esperam num ambiente online, nomeadamente a publicação de trabalhos, fóruns de discussão, vídeos, imagens, links, recolha as tarefas e avaliação.

6 – P2PU – Peer 2 Peer Universidade

Peer 2 Peer Universidade (P2PU) é uma comunidade online de pessoas que compartilham os seus conhecimentos através de cursos de nível-universitário. Especialistas oferecem o seu tempo e recursos para criar e disponibilizar os cursos nas suas áreas de especialização. Os cursos e os seus materiais associados são livres. No entanto, as matrículas em cada curso são limitadas a fim de proporcionar um ambiente facilitador que permita uma interacção significativa.
Alguns dos cursos agora disponibilizados:

  • Espanhol 123
  • Conflict Resolution
  • Local Open Govt. Innovation
  • Introducción a la Innovación
  • Creative Commons 4 Educators
  • Learn Python the Hard Way
  • Algorit.y Estructuras de datos
  • Español para extranjeros
  • Online Maps with OpenLayers
  • Mathematics Curriculum Development
  • Alt Text & Universal Design

7 – eDhii

eDhii é um serviço que permite criar ou fazer cursos de auto-estudo online. Os criadores dos cursos podem oferecer seu conteúdo gratuitamente ou cobrar uma taxa pelo seu conteúdo. O princípio básico é de que qualquer pessoa que tenha um determinado tipo de conhecimento pode e deve ensinar. A plataforma fornece as ferramentas para isso. A decisão de cobrar ou não pela formação depende então do formador.
O conteúdo do curso podem incluir textos, imagens e vídeos. O site da plataforma disponibiliza uma lista dos cursos disponíveis.

Atualização, Março 2013: Esta plataforma foi desativada. O site está inativo.

8 – Learnopia

Learnopia é um serviço gratuito que oferece hospedagem para os cursos on-line. É também um lugar onde podemos encontrar e fazer cursos online.
A exemplo da plataforma anterior, há cursos gratuitos e outros pagos. A diferença é que se um formador disponibiliza o seu curso gratuitametne, o alojamento também é gratuito. Nos outros casos, o site cobra uma comissão de 25% por cada venda de curso.

Os 10 mandamentos dos professores

  1. Tenha interesse pela sua matéria
  2. Conheça a sua matéria.
  3. Procure ler as expressões faciais dos seus alunos; procure descobrir as suas expectativas e as suas dificuldades; ponha-se no lugar deles.
  4. Compreenda que a melhor maneira de aprender alguma coisa é descobri-la você mesmo.
  5. George Polya

    Dê aos seus alunos não apenas informação, mas know-how, atitudes mentais, o hábito de trabalho metódico.

  6. Faça-os aprender a dar palpites.
  7. Faça-os aprender a demonstrar.
  8. Procure encontrar, no problema que está abordando, aspectos que poderão ser úteis nos problemas que virão – procure descobrir o modelo geral que está por trás da presente situação concreta.
  9. Não desvende o segredo de uma vez – deixe os alunos darem palpites antes – deixe-os descobrir por si próprios, na medida do possível.
  10. Sugira, não os faça engolir à força.
Por George Polya (matemático húngaro)

As 5 melhores plataformas para um professor criar um blogue

Ter um blogue é hoje uma obrigação profissional de qualquer professor. Uma obrigação que é proporcional ao nível de ensino em que o professor está inserido. Isto é, se podemos de alguma forma dizer que um blogue não é essencial para uma educadora de infância (pelo menos em termos teóricos) o mesmo não se poderá dizer para um professor do ensino secundário, profissional ou superior. À medida que o nível de ensino é maior, maior é também a obrigação dos professores utilizarem esta poderosa ferramenta para trabalhar, comunicar, interagir, partilhar, divulgar…
Há muitos locais onde podemos ter o nosso blogue. Umas melhores do que outras, umas mais amigáveis do que outras, mas, no essencial, poderosas ferramentas com imensos recursos capazes de corresponder às exigências da profissão docente e da sua necessidade de interagir, não apenas com os alunos mas também com colegas.
Neste sentido, escolhemos 5 plataformas, que, do nosso ponto de vista, são o supra sumo do que de melhor há em termos de criação de blogues. E como convém, escolhemos plataforma que podem ser utilizadas gratuitamente, apesar de todas elas terem alternativas pagas.

1 – WordPress

Rei dos blogues, pode ser utilizado através de um servidor próprio ou através do domínio WordPress.com.
Líder actual das plataformas de blogues em todo o mundo, o wordPress.org de código aberto tem tido um sucesso incrível e cresceu de uma mão cheia de utilizadores para a ferramenta de publicação mais usada na sua categoria. Pode ser utilizado num servidor próprio, precisando-se para tal de um domínio próprio. Fácil de instalar, amigável na sua manipulação é adaptável a qualquer tipo de blogue ou site que se queira construir.
Em alternativa temos o Wordress.com, um serviço de alojamento do pacote open source, onde podemos criar um blogue em segundos sem qualquer espécie de conhecimento técnico.

2 – Blogger

A plataforma Blogger é uma das mas conhecida e populares, adquirida pela Google em 2003. Sem as potencialidades do WordPress, o Blogger distingue-se pela sua simplicidade. Quando criar o seu blogue, pode alojá-lo gratuitamente no Blog*Spot. Basta escolher um URL disponível e está pronto para começar. Se mudar de ideias e quiser um URL diferente no futuro, é fácil fazer a alteração. O Blogger também inclui uma opção de domínio personalizado. Pode ter um nome de domínio, como exemplo.com e a plataforma continuará a alojar o site.

3 – Tumblr

O Tumblr é uma plataforma que funciona no servidor Tumblr.com. É fácil de utilizar e tema disposição dos utilizadores várias ferramentas, uma quantidade razoável de temas, possibilitando a publicação de textos, fotos, imagens, ligações, sondagens, questionários, diálogos, audio, video, slidewhows etc.

4 – Penzu

O Penzu é uma das plataforma de blogues mais recentes e tem como preocupação fundamental a questão da privacidade. Isto é, a ideia dos seus criadores é de que nem todos os criadores de blogues querem que o seu trabalho seja visto por toda a gente, o dando assim liberdade aos criadores para partilhares os seus artigos com quem melhor entenderem. Funciona de modo semelhante a um jornal diário.

5 – Livejournal

À primeira vista pode não parecer, mas o Livejornal é também uma plataforma de blogues. É gratuito e orientado para comunidades que pretendam partilhar massivamente os seus conteúdos, usando em simultâneo outros meios e redes sociais.

O Prezi como alternativa ao Power Point

Tive oportunidade de assistir à primeira Webinar da Conferência Online de Informática Educacional, cujo tema foi a utilização do PREZI, como produto alternativo ao Power Point.
A apresentação da conferência esteve a cargo do professor Nelson Jorge, a Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria. A participar estiveram internautas de Portugal, Brasil e, pelo que consegui perceber , de Angola.
Para quem não conhecia o produto, como era o meu caso, a conferência de Nelson Jorge abriu suficientemente o apetite para experimentar a plataforma e fugir à rigidez do Power Point e de programa similares como o Keynote, da Apple ou o Presentation, da Open Office.

Ora mas então o que é o Prezi, com funciona e para que serve?

A exemplo de muitos outros programas que diariamente nos chegam, o Prezi é mais um programa da geração web 2.0. Uma é uma ferramenta online que, tendo como objectivo fazer apresentações, foge à estrutura rígida dos slides, a começar pelo simples fato de que o aplicativo não se limita ao espaço retangular dos diapositivos.
Ao utilizador do Prezi é concedida toda a liberdade na organização dos conteúdos, numa espécie de mapa virtual, com a possibilidade de criação de apresentações não lineares. Texto, imagem, som, video, ligações a imagens e vídeos (do Youtube, por exemplo), podem ser explorados em diferentes de formatos e tamanhos, sendo de destacar a função de zoom aproximando ou afastando, conforme o desejado.
Ao utilizador é dada a liberdade de organizar o conteúdo da maneira que quiser num mapa visual, abrindo a possibilidade de criação de apresentações não lineares. Podemos escrever palavras e colocar os links, imagens e vídeos num único ecrã, explorando formatos e tamanhos que serão visualizados quando o zoom é aproximado ou afastado da imagem principal.
A primeira coisa que tem de fazer é ir ao site do Prezi e registar-se, gratuitamente. Os professores e estudantes podem ainda ter aceso a uma conta com maiores capacidades, se, a acompanhar o seu registo, realizarem a sua inscrição como docentes, o que simplesmente necessitará de uma conformação online que será dada pela escola de cada um.
Uma vez registado tem acesso ao menu e pode começar a trabalhar na primeira apresentação.
As ferramentas são muito fáceis de trabalhar e, apesar de à primeira vista parecerem muito pequenas, quando se cliva para ativá-las, os botões aproximam-se através do efeito zoom. Aliás, esta é uma das características fundamentais da plataforma que, se devidamente utilizada, traz grandes efeitos aos trabalhos.
O Prezi é compatível com vários formatos de imagem, animações em flash, assim como com documentos em formato PDF, possibilitando o destaque de palavras, frases, usando as ferramentas de desenho.
A plataforma permite guardar os trabalhos no nosso computador, o que possibilita a sua utilização offline.

Como fazer pesquisas na Internet

Embora seja cada vez mais fácil fazer pesquisas na internet, todos nos deparamos com o excesso de informação, com a visualização de páginas que não interessam para nada ou que não respondem àquilo que queremos.
Para não sermos inundados por lixo electrónico, há que seguir algumas regras simples, otimizando as buscas, de forma a que os resultados correspondam o máximo possível àquilo que procuramos.
Ao contrário de uma enciclopédia ou de um dicionário em papel, a informação que é colocada na Internet não obedece a nenhuma estrutura de organização, pelo que, para encontrar a informação que procuramos temos que fazer um maior esforço do que se procurarmos num local organizado.
Existem dois tipos de sítios que permitem fazer pesquisas, os search engines e os directórios. A diferença que o search engine faz uma pesquisa por palavras em todos os sítios armazenados na sua base de dados e um directório agrupa os seus sítios por temas tais como: Ciências, Tecnologia, Literatura, etc.

E se o Google é o rei dos motores de busca, é preciso não esquecer que há outras boas alternativas:

Se estes não forem suficientes, e para pesquisas mais especializadas, sempre pode consultar a lista de motores de busca da Wikipedia.

Cada um destes motores de busca tem a sua forma própria de percorrer o maior número possível de páginas existentes na Internet e criar o seu índice interno. Em geral essa tarefa é feita automaticamente, por programas designados por robots ou spiders.
Os motores de busca posicionam as respostas em função da sua concordância com as palavras utilizadas na pesquisa (keywords), mas também conforme o título e outras informações da página Web.

Se ao fazer uma busca está a obter resultados a mais (e poucos têm aquilo que realmente queria encontrar), tente ser mais específico, colocando mais palavras.

Se ao fazer uma busca está a obter poucos ou nenhuns resultados, verifique a ortografia das palavras escolhidas ou retire algumas palavras, para tornar a sua pesquisa mais abrangente. Também pode tentar retirar expressões que estejam entre aspas.

É possível tirar melhor partido das características de pesquisa dos motores de busca conhecendo as suas regras de pesquisa específicas. Entre as regras mais comuns estão a utilização de:

  • AND
  • &
  • OR
  • |
  • +
  • AND NOT
  • !
  • NEAR
  • ~
  • ADJ
  • FAR
  • BEFORE
  • “”
  • ( )

Apesar de as regras serem específicas de cada motor de busca, em geral podemos indicar que:

  • AND ou & ou +

Apenas as páginas que tenham ambas as palavras, independentemente de estarem juntas ou por esta ordem
Ex.:

  1. Software AND Educação
  2. Tecnologia&Crianças
  3. Internet+Escola
  • AND NOT ou –

Todas as páginas que tenham a primeira palavra, mas que não têm a segunda palavra. Pode ser uma boa técnica para reduzir o número de resultados.
Ex.:
Madeira AND NOT Funchal
Ilha -Brasil

  • OR ou |

Todas as páginas que tenham, pelo menos, uma das palavras
Ex.:

  1. Computador OR PC
  2. Internet | Web
  • ” ” (aspas)

Ao colocar uma frase entre aspas, apenas as páginas que tenham essa expressão, exactamente como está escrita, aparecem na lista de resultados. Uma frase completa, por exemplo, o que torna muito fácil saber se um trabalho foi plagiado da net.
Ex.:

  1. “Como avaliar os alunos”
  2. “Assinala-se no próximo dia 8 o dia da Segurança na Internet. O objectivo é sensibilizar os internautas para a questão da segurança e da responsabilidade online, especialmente das crianças e dos jovens, em todo o mundo.”