Não se apanham moscas com vinagre

Um pouco por todo o mundo a avaliação da classe docente tem estado na ordem do dia. Umas vezes por razões objectivas, outras, como tem sido o caso português, pela necessidade de implementar princípios economicistas a uma área estratégica do país.

Entre o princípio comummente aceite de que a avaliação deve ter como primeira prioridade a melhoria do sistema educativo, a implementação de modelos altamente burocráticos e burocratizantes desvia o foco da avaliação da qualidade para o princípio burocrático que o Estado tem de controlar toda a máquina administrativa. Por isso, quando se pensa na construção de modelos de avaliação, se, à partida, os princípios aparecem claramente definidos e consensuais, o problema agrava-se quando se começa a esmiuçar, a desmontar todos os passos que é necessário dar para garantir uma avaliação justa, equilibrada, que garanta, em simultâneo  as necessidades de qualidade do sistema e o controlo da máquina administrativa por parte do Estado.

O problema é que os professores, tal como outras profissões anexas, formam um corpo altamente especializado, com formação superior e, por isso mesmo, à partida, plenamente capaz para cumprir aqueles que são os grandes princípios do sistema educativo superiormente enquadrados pela Lei de Bases. Isto é, de uma maneira geral, o grau de exigência que é feito para entrar no sistema do ensino garante, salvo raras excepções, que qualquer professor reúne as condições mínimas para exercer a profissão, garantindo, desta forma o cumprimento dos objectivos definidos para o seu desempenho.

Ora então, sendo assim, para que serve a avaliação?

Depende do que ser quer tirar dela, obviamente.

Centremo-nos então na questão essencial: melhorar a qualidade do ensino. Como é que isso se vê então?

Pelas práticas e pelos resultados. Mesmo sabendo, e tendo altamente em conta, que, na grande maioria dos casos, o professor não controla todas as variáveis que medem o grau de sucesso dos seus alunos.

É por isso que os aspectos administrativos, como faltas, assiduidade, reuniões, cumprimento de tarefas administrativas, etc, devem ser considerados praticamente irrelevantes neste processo. Essa é uma área que entra mais no campo da fiscalização e da inspecção educativas. Se um professor falta é penalizado no vencimento, nas férias, em última análise é alvo de processo disciplinar e expulso do sistema por não cumprimento.

A avaliação de desempenho docente não tem nada a ver com isto. E no entanto, infelizmente, andamos há anos às voltas com uma discussão interminável que insiste em colocar o foco do tema nas questões administrativas em vez de valorizar todas as componentes de desempenho efectivo: o professor na sala, com os alunos, com a escola, com a comunidade.

Premiar os bons e penalizar os incumpridores parece ser o lema que, se como princípio teórico, é aceitável, mais não visa, na prática, do que afunilar o acesso dos professores ao topo da carreira docente, garantindo assim que a massa enorme dos professores que se enquadram no padrão médio do desempenho sejam impedidos alguma vez de aceder, de forma directa ou administrativa, aos mais altos escalões da carreira docente. São contas apenas. É o enonomês mais uma vez a falar.

A estratégia seguida pelo Estado para conseguir esse desiderato tem sido um desastre, principalmente quando, a exemplo do que faz com a restante funcionalismo público, estabelece quotas de progressão nos escalões de topo. Numa atitude revanchista, contrariando uma lógica de negociação que vinha desde há mais de 30 anos, a inabilidade negocial do Governo, no seu todo, tem desviado as atenções da escola da sua verdadeira missão.

Na verdade, sem ser o ovo de Colombo, penalizar os maus professores é a tarefa mais fácil. Os pais os alunos, os colegas, etc, sabe quem são os bons e quem são os maus professores. Sabem também quem é que falta sistematicamente ao trabalho, com ou sem atestado médico. Além disso, não é por uma ou duas observações anuais de aulas que esse problema vai ficar resolvido.

Para penalizar os incumpridores, basta colocar a inspecção a trabalhar, eventualmente reforçá-la, e com poderes para actuar e não recuar perante essa praga nacional que é a «cunha».

A coisa toca mais fino quando é não só para premiar os melhores, o que também não é difícil, porque também é fácil saber quem são, todos sabemos quem são, mas para levar a grande massa dos professores a se tornarem melhores profissionais, a levarem mais valor acrescentado ao sistema, a sublimarem o seu desempenho. Numa palavra: Motivar.

A solução encontrada pelo estado pelo Estado é anacrónica. O caminho que encontrou foi estreitar a saída. Ainda mais quando trava, independentemente do mérito, a passagem por essa via à grande maioria dos docentes. Não tem lógica. É desmotivante, anacrónica, contraditória e, para o futuro do país, um desastre. O povo, na sua incomensurável sabedoria diria: «não se apanham moscas com vinagre.»

Construir um site flash grátis em minutos

Já não há desculpas. De uma maneira ou de outra, nenhum professor pode alegar desconhecimento para ter o seu espaço, individual, de partilha ou de trabalho com os seus alunos.
As ofertas disponíveis na internet são inúmeras e, quase diríamos, todos os dias aparecem novas soluções, cada vez mais fáceis, com novas funcionalidades e além disso muito atractivas.
O site WIX. com permite aos utilizadores construir de uma forma intuitiva um site em alguns minutos. Depois de se inscrever, basta escolher um dos inúmeros templates disponíveis e colocar a informação que desejamos.
A plataforma oferece templates para várias áreas e temáticas, nomeadamente negócios, comércio, design, fotografia, música, arte, imobiliário, além de criação de páginas pessoais.O site funciona em flash, o que garante, à partida, um conjunto de funcionalidades que os outros sites não oferecem.
É experimentar.

Ver exemplo:

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Mais Fácil com as TIC

Apoiar os professores inovadores é o principal objectivo da comunidade online “Mais Fácil com TIC” criada pela Microsoft. Mais do que simples recursos, a comunidade visa valorizar a utilização das TIC na escola e na sala de aula, não como actividade isolada, mas como ferramenta de trabalho indispensável, em qualquer disciplina.
Como comunidade, esta iniciativa promove a partilha de recursos, ferramentas, conteúdos e ideias inovadoras entre professores que valorizam a utilização das TIC na escola e na sala de aula.
Truques e Dicas , Recursos, Fóruns, Ferramentas e Formação são algumas as áreas de navegação da comunidade.
Entre as suas principais características, destacam-se:

  • desenvolver competências TIC.
  • partilhar os seus próprios recursos;
  • encontrar dicas simples e práticas de utilização das TIC;
  • criar ou participar em fóruns sobre diversas temáticas;
  • aceder a planos de aula e sugestões de actividades;
  • aceder a ferramentas gratuitas;

Para poder beneficiar de todos os recursos e participar activamente, os interessados têm apenas de se inscrever.

Como transformar o blogue num livro

Quando se tem um blogue, e o mesmo é alimentado e bem durante algum tempo, temos a tendência para, a determinada altura, publicar os nossos escritos em livro.

Se fizermos as coisas normalmente, a recolha desses elementos não deixa de ser um processo moroso. Acontece que existem já várias soluções para, de forma rápida e eficiente, transformar tudo aquilo que vamos debitando no nosso blogue em livro, tornando depois muito mais fácil a organização dos conteúdos.

Sugerimos o processo do site Blogbooker, (http://www.blogbooker.com/).

Primeiro, deve exportar o seu blogue. Se está a usar o WordPress, vá a “Ferramentas” e exporte.

Se utiliza o Blogger, vá a “Definições”, “Básico” e escolha a opção “Exportar Blogue”. Guarde o ficheiro no seu disco.

Em segundo lugar aceda ao site Blogbooker e siga as instruções:

  1. Anexe o ficheiro do blogue que guardou no seu computador;
  2. Escreva o endereço do seu blogue no campo respectivo.
  3. Escolha as datas que quer guardar em livro, o formato, a língua, etc. e mande executar.

Se a base do seu blogue é o “Livejournal“, o processo é mais simples. Basta colocar o endereço e introduzir a sua password para o processo ficar completo. É uma questão de confiança. Se não confia, o melhor mesmo é não fazer.

Em menos de dois minutos tem o seu documento pronto que poderá ver online e importar para o seu computador.

E pronto. Tem o seu livro!

Videos educativos online

Não é preciso estarmos sempre a inventar a roda. Muitas vezes perdemos imenso tempo na procura de soluções para melhor desenvolvermos o nosso trabalho, quando, na maioria dos casos, a solução passa pelo trabalho colaborativo, pela participação em projectos, de onde se pode retirar muito mas também onde o nosso contributo é sempre apreciado.

Se o Youtube é o pai de todos os sítios ligados ao video,  schooltube é especializado em assuntos relacionados com a educação, destinado a estudantes e professores. Um sítio onde se podem encontrar muitos recursos, mas também onde podemos partilhar os nossos trabalhos.

O sítio possui ainda uma comunidade de educadores para troca de conhecimentos, experiências e sugestões, além de exenp0los diversificados de interligação da tecnologias na comunidade educativa

Veja um exemplo:

Como partilhar documentos no seu blogue

Tem um blogue e precisa de partilhar esse documento? A tarefa é simples.

Os blogues do Blogger (blogspot.com) não o permitem e por isso é necessário encontrar soluções de recurso. Uma das maneiras mais utilizadas é recorrer ao Slide Share, ou a outros serviços similares, para isso. Isto é, o documento fica alojado no Slide Share, no Calameo, ou outro, sendo depois partilhado através do nosso blogue.

Para partilhar siga este caminho:

1. Aceder ao Site http://www.slideshare.net/.

2. Criar uma conta em Signup.

3. Clicar em “Start sharing your slides now”

4. Clicar em “Procurar” e escolher o documento a partilhar . Tipos de documentos suportados:

Apresentações: pdf, ppt, pps, pptx, ppsx, pot, potx (Powerpoint); odp (OpenOffice); key, zip (Apple Keynote).

Documentos: pdf, doc, docx, rtf, xls (MSOffice); odt, ods(OpenOffice); Apple iWork Pages.

5. Definir a categoria do documento e uma breve descrição do mesmo. Podemos também escrever uma breve descrição do documento e definir as TAGS.

6. Escolher se o documento será público ou apenas para uso próprio

7. Clicar em UPLOAD e o documento é transferido para o Slide Share.

9. Logo que o documento esteja transferido e visível poder-se-á então partilhá-lo através do Twitter, do Facebook ou por email ou embebê-lo no blogue.

10. Para inserir o documento no blogue, basta copiar o código HTML disponibilizado em Embed e colá-lo no blogue.

E pronto. Já está!

Construir um site gratuitamente em minutos

Mais um sítio para construir um site gratuitamente. Pode parecer um pouco mais trabalhoso que outros locais que disponibilizam ferramentas para construir sites, mas tem enorme potencial.
Não é preciso instalar nada. Tudo funciona online em qualquer browser. É só querer.

Siga este link: http://www.roxer.com/

Comunidade online ou loja virtual? Tudo gratuito

Criar um website grátis

No mundo virtual da internet há uma oferta variada para criação de websites. A opção por um ou por outro depende, em grande parte do que queremos fazer.
Entre a oferta disponível, destacamos aqui o site webs. A versão gratuita é muito completa, oferecendo várias funcionalidades, de fácil realização.
Uma plataforma amigável guia-nos na construção do site onde podemos inserir, além de texto, com uma ou mais colunas, imagens, e videos.
Várias opções de páginas são-nos oferecidas. Além da oportunidade para criarmos a nossa própria página, estão prontas a usar páginas de blogue, galeria fotográfica, página de comentários para visitantes, ligações, criação de uma comunidade e, imagine-se, uma página para venda online. Tudo gratuito. Com limitações é claro, mas mesmo assim gratuito.
Se gostar da plataforma, sempre poderá optar pela versão paga, aumentando assim as suas potencialidades e capacidade de utilização da mesma.
A não perder.

Edublogs – Blogues para alunos e professores

Criar um blogue é, cada vez mais, uma tarefa simples. Não vamos aqui falar sobre as vantagens dos blogues na educação, na medida em que, cada um, tem a responsabilidade de descobrir e, eventualmente, acrescentar algo de novo nessa matéria. Hoje juntamos aqui um espaço especializado em blogues relacionados com a Educação. Funciona com uma plataforma semelhante ao wordpress, em várias versões. Para alunos, professores ou então como plataforma de trabalho de uma escola ou campus educativo. Siga esta ligação.